sexta-feira, 17 de junho de 2016

50 gays foram brutalmente assassinados e a mídia destacou. 150 cristãos foram assassinados e ninguem falou nada. VERGONHA ESSE MUNDO.


Estado Islâmico decapita menina de 4 anos e força mãe a mergulhar as mãos no sangue da filha

Estado Islâmico decapita menina de 4 anos e força mãe a mergulhar as mãos no sangue da filha

estado-islamico
Terroristas do Estado Islâmico decapitaram uma menina de 4 anos de idade no reduto sírio do grupo, em Raqqa e depois obrigaram a mãe a mergulhar as mãos no sangue de sua própria filha, segundo relatos de uma agência de notícias iraniana.
Uma mulher síria que recentemente escapou dos domínios do grupo terrorista (também conhecido como ISIS, ISIL ou Daesh) relatou à ‘Al Alam International News Channel’, sediada em Teerã (Irã), sob a condição de anonimato, a respeito de um incidente brutal, que levou à decapitação de uma criança inocente.
“Uma mãe mandou que sua filha de 4 anos fosse para casa e a criança se recusou. Em seguida, a mãe disse á filha, sem querer: ‘vá para casa ou eu juro por Deus que vou decapitá-la, se você não fizer isso”, contou a testemunha. “Um dos membros do Estado Islâmico ouviu isso e disse a mãe: ‘uma vez que você jurou a Deus (Alá), você deve decapitá-la’, mas a mãe não concordou com o combatente”.
Depois que a mãe se recusou a decapitar sua filha, a mulher síria disse que os militantes do Estado Islâmico ‘assumiram o dever’ de executar a criança.
“Mas eles decapitaram a menina e mergulharam as mãos daquela mãe no sangue de sua própria filha”, disse ela.
Sequência de atrocidades
Vários relatórios sobre atrocidades cometidas pelo Estado Islâmico têm surgido nos últimos dois anos, desde que o EI assumiu vastos territórios no Iraque e na Síria. Os relatos contam sobre como o grupo terrorista tem maltratado, torturado e assassinado crianças.
No início deste ano, um alto funcionário de uma estatal iraquiana patrocinado pela milícia xiita afirmou que o Estado Islâmico tinha executado um menino de 4 anos de idade, em Al-Sharqat, Iraque, ao detonar – por meio de um controle remoto – um explosivo que foi anexado à criança.
O funcionário disse que o assassinato do menino veio depois que o grupo já havia executado o pai do menino por ele ter matado dois terroristas do EI.
Em outubro do ano passado (2015), foi noticiado que os militantes executaram 11 missionários cristãos e um menino de 12 anos de idade, perto de Aleppo.
O líder encarregado do ministério que apoiava os missionários contou à Missão internacional ‘Christian Aid’, com sede na Virgínia (EUA), que antes de matar o menino, os terroristas deceparam os dedos do garoto na frente de seu pai. Eles supostamente teriam dito ao pai que eles iriam parar de torturar seu filho se ele abraçasse o islamismo.
Em agosto de 2014, Andrew White, também conhecido como o ‘Vigário de Bagdá’, falou sobre como o filho de fiéis da igreja de St. George em Bagdá, de apenas 5 anos de idade foi cortado ao meio por militantes do EI.
Mais tarde, em Dezembro de 2014, White contou como os terroristas do EI decapitou quatro crianças que se recusaram a renunciar ao seu amor por Cristo.
“O EI virou-se e ordenou às crianças – todas com menos de 15 anos: ‘digam que irão seguir a Maomé’. Quatro delas disseram: ‘não, nós amamos Yasua [Jesus]. Sempre amamos Yasua. Sempre seguimos Yasua. Yasua sempre esteve conosco”, Explicou White, citando as jovens vítimas. “[Os militantes] insistiram: ‘digam as palavras!’. [As crianças] disseram: ‘não, nós não podemos fazer isso’. Então eles cortaram as cabeças de todos os reféns”.
O Observatório Sírio para os Direitos Humanos estimou em março, que mais de 2.100 civis teriam sido executados na Síria, desde que o grupo ganhou notoriedade em 2014. A mulher que deu seu relato à agência Al Alam explicou que o Estado Islâmico enfileirou nas ruas de Raqqa, as cabeças decapitadas de suas vítimas, com objetivo de intimidar os cidadãos locais e forçá-los a seguirem as “regra estrita da lei”, intepretadas pelo EI. Fonte: Guia-me | Com informações Christian Post.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Intolerância Religiosa que passou dos limites contra um adolescente inglês

Adolescente cristão sofre bullying de colegas e é “crucificado”; Caso foi parar na Justiça

Publicado por Tiago Chagas em 15 de junho de 2016 

Adolescente cristão sofre bullying de colegas e é “crucificado”; Caso foi parar na Justiça
Um gesto de bullying – com ares de intolerância – levou quatro homens a “crucificarem” um adolescente cristão inglês com quem eles trabalhavam.
As “brincadeiras” contra o jovem duraram entre julho de 2014 e abril de 2015, e foram protagonizada por Andrew Addison, 30, Joseph Rose, 21, Christopher Jackson, 22, e Alex Puchir, 37 anos, que em um dos episódios, prenderam o adolescente em uma placa de gesso e o mantiveram suspenso a um metro do chão.
Segundo informações do Telegraph, atualmente a vítima dobullying tem 18 anos, e aguarda o resultado do julgamento dos quatro colegas de trabalho. Além do episódio mais extremo, o rapaz foi amarrado a uma cadeira com fitas, teve cruzes pintadas sobre seu rosto, foi forçado a usar uma chupeta e foi suspenso pela cueca (“cuecão), o que provocou cortes e contusões em suas nádegas.
Depois de tudo isso, os quatro colegas passaram veneno para insetos em aerossol nas feridas do adolescente, que tem sua identidade preservada por questões ligadas ao processo, já que era menor de idade quando sofreu o abuso.
Na época, ele era um aprendiz em uma empresa de móveis, e tinha que viajar com a equipe dos quatro acusados para Yorkshire e Londres. Nessas viagens, ele sofria nas mãos dos colegas.
“O que a promotoria alega foi sustentado pelo bullying, praticado contra o jovem no local de trabalho. Desde que iniciou o trabalho com esta equipe, ele foi submetido a atos de intimidação que iam além do que poderia ser descrito como ‘brincadeira’”, disse o promotor Austin Newman durante sessão no tribunal York Crown Court.

Terrorista de Orlando era gay e frequentador assíduo de boate atacada, diz testemunha


Publicado por Tiago Chagas em 15 de junho de 2016

Terrorista de Orlando era gay e frequentador assíduo de boate atacada, diz testemunha
O terrorista que jurou lealdade ao Estado Islâmico e matou dezenas de pessoas em uma boate gay em Orlando, Flórida, seria homossexual não assumido e frequentador assíduo do estabelecimento onde protagonizou o maior ataque a tiros da história dos Estados Unidos.
Omar Mateen, 29 anos, era conhecido dos frequentadores da boate e um conhecido de aplicativos desenvolvidos para homossexuais, como Grindr e Jack’d. Testemunhas do crime disseram que o viram diversas vezes no estabelecimento.
Um dos homossexuais ouvidos pela imprensa norte-americana disse que fez testes na academia de polícia junto a Mateen, em 2006, e que posteriormente ouviu dele que queria seguir um relacionamento.
“O ataque, que muitos assumiram como um ato de extremismo islâmico, parece agora, possivelmente, ser amarrado à própria vergonha de Mateen sobre sua sexualidade e os investigadores estão olhando para este conflito interno como um possível motivo”, informou o Daily Mail.
O pai do atirador, Seddique Mateen, se disse surpreso com a ação do filho, e em sua página no Facebook, afirmou que “a punição aos homossexuais cabe a Alá, e não aos homens”, dizendo não concordar com o atentado. A imprensa norte-americana tomou essa declaração como um gesto de homofobia. Após a revelação de que seu filho era usuário de aplicativos voltados a homossexuais e frequentador da boate, reagiu dizendo que não acreditava pois não o havia “criado para ser gay”.
“Ele é um homossexual e ele estava tentando pegar homens”, disse Jim Van Horn, que definiu Mateen como um frequentador “regular” da boate e até descreveu sua abordagem para conversar com pessoas no clube: “Ele ia à pé até eles e colocava o braço em torno deles ou algo assim, e tentava levá-los a dançar um pouco ou algo assim e pagava-lhes uma bebida”, disse o homem.
A primeira esposa de Mateen, Sitora Yusufiy, 27, que se separou dele após quatro meses, também disse que seu próprio pai uma vez o chamou de gay na frente dela.
Todos os indícios apontam para um ato de revolta gerado por conflito interno de Omar Mateen, que causou a morte de pessoas com quem compartilhava entretenimento e, provavelmente, escolhas sexuais.

terça-feira, 14 de junho de 2016

Pastor evangélico é espancado por militantes dos Direitos Humanos - Evangelical pastor is beaten by activists of human rights in Brazil after termination of service


Pastor evangélico é espancado por militantes dos Direitos Humanos


Um pastor foi brutalmente espancado na porta de sua Igreja por fazer campanha política durante os cultos em favor do presidenciável Jair Bolsonaro. Os responsáveis pelo ato selvagem foram identificados como militantes dos Direitos Humanos.
A família do pastor Ademar Rodrigues de Souza, mais conhecido no meio evangélico como Ademar da Unção, está desolada. Na noite do último domingo o pastor foi barbaramente agredido na porta de sua Igreja. A agressão foi tão severa que o pastor até o momento não saiu da UTI e seu quadro é apontado pelos médicos como extremamente grave.
O fato motivador da agressão teria sido o conteúdo político de suas pregações. Fiéis comentaram com a FOLHA que Ademar da Unção frequentemente contextualizava os textos bíblicos usando citações do deputado Jair Bolsonaro. Na noite do ocorrido ele havia usado uma referência de Timóteo 2:14 pra falar sobre o governo Dilma:
E Adão não foi enganado, mas sim a mulher, que, tendo sido enganada, tornou-se transgressora”.
Segundo o pastor a mulher tem maior inclinação para a transgressão que o homem. Em mais de 120 anos de república nenhum presidente roubou tanto quanto a Dilma. Ela é a nossa Eva. A corrupção é a nossa Serpente. As verbas de campanha são o fruto proibido. E Jair Bolsonaro nossa salvação. Ele durante o culto de ontem a noite havia pedido para que os fiéis jamais votassem em qualquer outra mulher para cargo público.
O pastor também citou o livro de Provérbios para justificar a presença da mulher no lar e não na vida pública.
“Mulher virtuosa se levanta, e dá mantimento à sua casa e a tarefa às suas servas. Atende ao bom andamento da sua casa e não come o pão da preguiça”. (Provérbios 31.10-27)
A persistência do conteúdo político nos cultos do pastor Ademar já havia sido denunciada oito vezes apenas este ano para a Comissão de Direitos Humanos do município de Iguaba Grande, no Rio de Janeiro. Na noite de ontem (13/06/2016) os representantes da CDHIG-RJ foi a sede da Igreja da Unção Sagrada e assistiram ao culto e presenciaram os supostos desrespeitos aos Direitos Humanos na pregação do pastor.
Ao final do culto o Pastor Ademar da Unção foi notificado. Já não existiam mais fiéis na Igreja. As câmeras de videomonitoramento mostram uma discussão no momento da entrega do documento. Visivelmente alterado o pastor arremessa sobre os integrantes da Comissão de Direitos Humanos um grande volume do azeite sagrado. Neste momento um dos integrantes da Comissão de Direitos Humanos dá um soco no nariz do pastor. Ademar vai ao chão e é chutado por nove minutos consecutivos por dois outros membros. Ao final da agressão uma representante da Comissão de Direitos Humanos escarra na cara do pastor.
Todos foram embora sem prestar socorro. O pastor foi socorrido 4 horas depois pelos familiares que acharam estranha a demora do pastor e foram a Igreja averiguar o que teria ocorrido. Encaminhado para o hospital em quadro definido como extremamente grave ele está até agora entre a vida e a morte e dificilmente sairá desta condição sem sequelas gravíssimas.
A polícia trabalha em duas linhas de investigação. Uma seria a versão apresentada pela família, de que os agressores fossem de fato os mesmos integrantes da Comissão de Direitos Humanos que notificaram o pastor. A outra linha seria que os agressores seriam criminosos relacionados com a agiotagem, uma vez que o pastor Ademar da Unção e suspeito de ser agiota.

A brutal perseguição do Estado Islâmico aos gays

Quebrando a regra, vamos postar aqui sobre a perseguição do EI aos gays em geral

A brutal perseguição do Estado Islâmico aos gays

  • 13 junho 2016
Reprodução mostra homem sendo lançado de prédioImage copyrightREPRODUCAO
Image captionGays são lançados de prédios em território dominado pelo EI
No território dominado pelo grupo que se autodenomina Estado Islâmico (EI), ser gay é um crime punido com morte. E é uma morte violenta: homossexuais são lançados do alto de prédios - e se sobrevivem, são apedrejados.
O tema das agressões a homossexuais promovidas pelo EI voltou à tona com o massacre ocorrido em uma boate gay em Orlando, o maior atentado a tiros da história recente dos EUA. Cerca de 50 pessoas morreram.
O atirador, Omar Mateen, era americano de origem afegã e tinha um histórico de homofobia - segundo seu pai, ele ficou "muito irritado" recentemente ao ver um casal gay se beijando em Miami.
As autoridades acreditam que ele tenha buscado como alvo do ataque um local frequentado por gays - mas isso ainda não foi comprovado.
Também investiga-se a relação de Mateen com o EI. Há relatos que ele teria jurado lealdade aos extremistas.
O EI declarou que um "combatente" do grupo havia feito o ataque em Orlando, mas não especificou se estava diretamente envolvido na ação ou se teria apenas inspirado o atirador.
Caso se confirme esta relação, ela irá se somar a um histórico de agressões do EI a homossexuais.
AFPImage copyrightAFP
Image captionDe janeiro a julho de 2015, EI diz ter executado 23 homossexuais

Aplaudidos

Diversos vídeos e fotos compartilhados por simpatizantes do grupo divulgam a punição que os extremistas reservam aos gays.
Aqueles que sobrevivem à queda do alto dos prédios são apedrejados em praça pública, sob aplausos das multidões que acompanham o evento.
Apenas entre janeiro e julho de 2015, o EI diz ter matado 23 gays em áreas controladas pelo grupo na Síria e no Iraque. Mas ativistas dizem que o número pode ser mais alto.
No ano passado, o estudante de medicina Taim (nome fictício), de 24 anos, contou à BBC como escapou desse destino numa fuga do Iraque ao Líbano.
"Na nossa sociedade (iraquiana), ser gay é igual a uma sentença de morte. Quando o EI mata gays, muitos ficam felizes porque pensam que somos doentes."
Ele foi ameaçado pelo Estado Islâmico e depois pela própria família. Religioso, o pai disse que o entregaria ao grupo se ele realmente fosse homossexual.
"O Islã se opõe à homossexualidade. Meu pai me fez estudar a sharia (lei islâmica) por seis anos porque queria que fosse religioso como ele. Há um hadith (narrativas e pregações atribuídas ao profeta Maomé) que recomenda que homens gays sejam jogados de desfiladeiros, e depois que um juiz ou um califa decida se devem ser queimados ou apedrejados até a morte", disse Taim na entrevista.
Mas, segundo o pesquisador do Islã Usama Hasan, da Fundação Quilliam, há controvérsias sobre se Maomé realmente pregava contra gays.
Ele afirma que há muitos hadiths atribuídos ao profeta Maomé e seus discípulos sobre o tema da punição a homossexuais. "Contudo, todos são controversos e nunca houve consenso sobre seu conteúdo, principalmente porque eles parecem contradizer o Alcorão, 4:15-16."
Bandeira colorida com paz escrito em inglêsImage copyrightREUTERS
Image captionHomenagem às vítimas de Orlando; ainda não se sabe se ataque foi homofóbico e se há relação direta com EI
Ele acrescenta que alguns estudiosos afirmam que Maomé não poderia ter dado nenhuma ordem do tipo porque nunca teria tido conhecimento de nenhum episódio confirmado de homossexualidade.

Homofobia institucionalizada

Não é apenas o EI, porém, que restringe direitos de grupos homossexuais.
Segundo um levantamento da associação Lesbian, Gay, Bisexual, Trans and Intersex Association, em 73 países é crime ser homossexual e, em 13 países - ou partes deles -, a punição é a pena de morte (em alguns, porém, a pena não costuma ser implementada).
No Iraque, os homossexuais passaram a ser mais perseguidos após a queda de Saddam Hussein. Há muitas mortes causadas pelos próprios familiares - as chamadas "mortes pela honra" - , ou pela ação de milícias. Mas a perseguição também parece ocorrer a mando de forças de segurança oficiais.
Uma reportagem da BBC de 2012 mostrou que, durante o governo de Saddam (1979-2003), homossexuais desfrutaram de algum grau de liberdade e segurança e, após a invasão americana, grupos liberais esperavam que essa liberdade aumentasse.
Mas forças conservadoras islâmicas que chegaram ao poder se mostraram resistentes a aceitar valores supostamente ocidentais, incluindo a homossexualidade.
Em outros países islâmicos, porém, o grau de perseguição é variado. No Líbano, o grupo radical Hezbollah é razoavelmente tolerante à homossexualidade.
No Irã, onde a prática homossexual é ilegal e comumente punida, a cena "underground" gay também é tolerada.
Até na ultraconservadora Arábia Saudita a perseguição não parece chegar nos níveis do Iraque.

Cristãos são crucificados na Síria por não renunciar fé Cristã


Artigos e notícias de interesse permanente selecionadas à luz da verdade e da fé Católica.


* Cristãos são crucificados na Síria por não renunciar fé Cristã.


Cristãos na Síria que se recusaram a professar a fé muçulmana ou pagar resgate foram crucificados por jihadistas nesta sexta-feira (18), segundo denunciou uma freira síria à Rádio Vaticano.
 De acordo com a irmã Raghid, que atualmente vive na França, a freira assumiu funções como diretora da escola do , em Damasco, na Síria, relata que “em cidades ou vilas ocupadas por elementos armados, os jihadistas e todos os grupos extremistas muçulmanos oferecem aos cristãos a shahada (a fé muçulmana) ou a morte. Em alguns casos pediram resgate (propina para não serem mortos)”.
 “Por não renunciar à sua fé, os cristãos sofreram o martírio(morte, tormentos sofridos pela fé). E o martírio é realizado de uma maneira extremamente desumana, de extrema violência. Em Maalula, por exemplo, crucificaram dois jovens porque eles recusaram a shahada”. “Em outra ocasião, um jovem foi crucificado em frente a seu pai, que foi morto em seguida. Isso aconteceu em Abra, na zona industrial na periferia de Damasco”, relatou.
 De acordo com Raghid, após os massacres, os jihadistas(grupo extremista islâmico) degolam as vitimas para”pegar a cabeça para jogar futebol com elas”, e em situações desumanas também chegam a tirar bebês das mulheres grávidas para os pendurarem em árvores com o seus próprios cordões umbilicais, afirmou a freira.
 Informações: AFP http://www.afp.com/pt/node/2303120

Ataque contra cristãos deixa 65 mortos e 300 feridos no Paquistão

Ataque contra cristãos deixa 65 mortos e 300 feridos no Paquistão

Um homem-bomba matou neste domingo (27) 65 pessoas, em sua maioria mulheres e crianças, em um parque em Lahore, cidade de 8 milhões de habitantes no leste do Paquistão. Mais de 300 ficaram feridos.
Localizada em Punjab, a província mais rica do país, Lahore é reduto do primeiro-ministro Nawaz Sharif.
O atentado aconteceu no estacionamento do parque de Gulshan-e-Iqbal, que é popular entre a comunidade cristã local e estava lotado de famílias celebrando a Páscoa.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Vinte e nove cristãos são torturados por extremistas hindus, após se recusarem a negar sua fé

Ataques ocorreram após os cristãos terem se recusado a participar de um `ritual de conversão´ ao hinduísmo, onde teriam que negar o nome de Cristo

Fonte: Guia-me / com informações do Christian Post | 08/06/2016 - 12:00
 
 
Vinte e nove cristãos são torturados por extremistas hindus, após se recusarem a negar sua fé
Extremistas hindus espancaram e torturaram 29 cristãos que se recusaram a negar a sua fé em Cristo, na aldeia de Katholi na Índia, segundo relatórios.
A agência 'The Express' informou nesta terça-feira que os radicais também destruíram várias casas de cristãos e forçaram dezenas deles a fugirem da aldeia.
Os extremistas hindus aparentemente realizaram rituais destinados a 'converter' os cristãos ao hinduísmo. Após os cristãos - incluindo homens mulheres e crianças - se recusarem a participar da cerimônia, no entanto, eles foram espancados e torturados.
O grupo de vigilância da Missão Internacional Portas Abertas informou: "Os moradores acusaram os cristãos, dizendo: 'Por causa de vocês, os nossos deuses e deusas fogem da nossa aldeia'. Quando eles se recusaram a abandonar Cristo, os hindus começaram a atacá-los. Além de espancá-los, o grupo foi até as casas dos cristãos e jogou fora todos os seus pertences".
Negligência
O número de cristãos têm vindo a crescer na Índia, o que levou a numerosos ataques de radicais hindus em várias cidades e vilas de todo o país.
Em maio, uma multidão de cerca de 500 extremistas atacaram uma igreja protestante em Jabat, em Madhya Pradesh, com os radicais atirando pedras contra os cristãos, acusando-os de supostamente terem danificado uma bandeira nacionalista fora da igreja.
"Ativistas do RSS [Rashtriya Swayamsevak Sangh, o grupo Hindu ultra-nacionalista paramilitar], do BJP e do Bajrang Dal [ala jovem do grupo nacionalista 'Vishwa Hindu Parishad'] liderado pelo ex-chefe do distrito, atiraram pedras contra membros da comunidade, atacaram as nossas mulheres e quebraram as lâmpadas da igreja", disse o pastor Emmanuel Ariel.
Ele acrescentou que "tudo isso aconteceu diante dos olhos dos policiais, que estavam presentes e assistiram a tudo como espectadores silenciosos".
Grupos de direitos humanos pediram ao governo que intensifique a sua proteção aos cristãos e outras minorias religiosas, embora a polícia muitas vezes seja acusada ??de não fazer o suficiente para ajudar as vítimas e recusar-se a punir os culpados.
A polícia de Katholi teria ordenado aos radicais hindus que não proseguissem com o ataque mais recente, mas os cristãos na aldeia continuaram a ser ameaçados, mesmo após o incidente de tortura.
Famílias que retornaram quatro dias mais tarde para checar a gravidade dos danos em suas casas destruídas foram novamente expulsas pelos aldeões hostis que fizeram ameaças de morte.
"As autoridades pediram-lhes para voltar e disseram que iriam resolver o problema, mas eles voltaram e foram cercados. Os aldeões estavam fazendo ameaças de morte e eles [cristãos] foram forçados a sair de novo", acrescentou a Portas Abertas.
"A perseguição dos cristãos na Índia, infelizmente está aumentando. Extremistas hindus têm atacado os cristãos mais frequentemente e mais violentamente. Isso está acontecendo em toda a Índia e aumentou em 34% desde 2013. Os cristãos também estão sendo impedidos de obter determinados postos de trabalho, de comprar terras em determinadas áreas e até mesmo a distribuição literatura cristã pode levar à prisão em cidades como Déli", observou a Missão.

Morte do gorila teve seis vezes mais atenção da mídia que a decapitação de cristãos

Emissoras dedicaram mais de 1h para as notícias sobre o gorila Harambe, e pouco mais de 14 minutos, no caso dos 21 cristãos egípcios decapitados

Fonte: Guia-me / com informações do Christian Today | 07/06/2016 - 15:00
 
 
Morte do gorila teve seis vezes mais atenção da mídia que a decapitação de cristãos
A morte do gorila Harambe nos EUA, recebeu seis vezes mais cobertura nas principais redes de TV dos Estados Unidos, em comparação com os cristãos coptas que foram decapitados pelo Estado Islâmico no ano passado, conforme mostrou uma nova pesquisa.
De acordo com o site norte-americano'NewsBusters' - criado para "denunciar a parcialidade da mídia nacional, injustiça e imprecisão", emissoras como a ABC, CBS eNBC dedicaram 1 hora, 28 minutos e 17 segundos de cobertura para as notícias sobre Harambe, desde que o gorila foi morto a tiros no dia 28 de maio.
Em contraste, apenas 14 minutos e 30 segundos foram gastos pelas mesmas emissoras no caso dos 21 cristãos egípcios, assassinados pelo Estado Islâmico na Líbia, em fevereiro de 2015.
O site aponta esta disparidade "a própria definição do absurdo", e acusou as grandes redes de "rotineiramente priorizar a vida animal em detrimento da vida humana".
Harambe foi baleado por funcionários do Zoológico de Cincinnati, depois que um menino de três anos de idade entrou em seu espaço, no mês passado.
O incidente desencadeou críticas significativas e uma investigação policial sobre a família do menino. O zoológico tem defendido a sua decisão de sacrificar Harambe.
O vídeo dos cristãos coptas decapitados em uma praia da Líbia foi lançado em 15 de fevereiro do ano passado (2015).
As imagens mostravam militantes do Estado Islâmico, mascarados e vestidos de preto, marchando e posicionando os cristãos ao longo de uma praia na Líbia, antes de decapitá-los. As últimas palavras de algumas das pessoas assassinadas foram: "Senhor Jesus Cristo".
O vídeo de cinco minutos foi intitulado: "A mensagem assinada com o sangue para a nação da cruz" e os homens executados foram identificados como "povo da cruz, seguidores da Igreja egípcia hostil".

Mulheres são queimadas vivas, após recusarem relações sexuais com homens do Estado Islâmico


Testemunhas disseram que as mulheres foram mortas na frente de centenas de espectadores e que elas elas "foram punidas porque se recusaram a manter relações sexuais com militantes do Estado Islâmico".


FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST
ATUALIZADO: TERÇA-FEIRA, 7 JUNHO DE 2016 AS 5:03

As estimativas dizem que mais de 3.000 meninas yazidis permanecem em cativeiros do Estado Islâmico. (Foto: Reuters)
As estimativas dizem que mais de 3.000 meninas yazidis permanecem em cativeiros do Estado Islâmico. (Foto: Reuters)
Terroristas do Estado Islâmico queiram queimados vivas, 19 mulheres, dentro de uma gaiola de ferro, na cidade iraquiana de Mosul, depois que elas se recusaram a manter relações sexuais com militantes do grupo.
Testemunhas disseram que as mulheres, de origem yazidi, foram mortas na frente de centenas de espectadores, segundo relatos do site israelita 'Ynetnews'.
Yazidis, cristãos e outras minorias religiosas foram escravizadas aos milhares em todo o Iraque e Síria, de forma que mulheres e meninas têm sido forçadas a se casar com jihadistas, que por sua vezafirmam ter o "direito" de usá-las como suas escravas sexuais.
Abdullah al-Mala, uma testemunha do assassinato das 19 mulheres, disse que elas "foram punidas porque se recusaram a manter relações sexuais com militantes do Estado Islâmico".
A agência ARA News do Oriente Médio compartilhou mais detalhes sobre os assassinatos e revelou que o incidente ocorreu em Mosul, uma das cidades capturadas pelo grupo terrorista no Iraque.
Outra testemunha disse: "As 19 meninas foram queimadas até a morte, enquanto centenas de pessoas estavam assistindo Ninguém podia fazer nada para salvá-las dessa punição brutal".

Genocídio
Os Estados Unidos, a ONU, e várias outras agências ocidentais reconheceram que a matança em massa e a escravização de Yazidis e outras minorias - como os cristãos - pelas mãos de grupos como o Estado Islâmico configuram um "genocídio" e reagiram bombardeando alvos terroristas na Síria.
Porém este reconhecimento só veio por parte dos Estados Unidos em março, quando o secretário de Estado, John Kerry finalmente anunciou que o Departamento de Estado classifica "as atrocidades do EI contra os cristãos [e outras minorias] como um genocídio".
O anúncio de Kerry foi recebido com cautela, devido ao fato de que a agência demorou tanto tempo para fazer reconhecer o caso genocídio, enquanto a União Europeia fez a designação já no início de fevereiro.
As estimativas dizem que mais de 3.000 meninas yazidis permanecem em cativeiros do Estado Islâmico.
Além disso, as forças curdas descobriram uma série de valas comuns em território recuperados, enquanto no distrito de Shingal, província iraquiana de Nínive, foram encontrados corpos de centenas de yazidis mortos e enterrados por Estado Islâmico.
Vários grupos de vigilância de perseguição, incluindo a 'Human Rights Watch', disse que os Yazidis estão em necessidade urgente de ajuda.
"Quanto mais tempo eles permanecem detidos pelo Estado Islâmico, a vida se torna mais terrível para as mulheres que são compradas, vendidas, brutalmente estupradas e têm seus filhos arrancados de seus braços", disse Skye Wheeler, pesquisador da Human Rights Watch.
"Os abusos contra as mulheres e meninas yazidis, documentados pela 'Human Rights Watch', incluindo a prática de sequestrar mulheres e meninas e forçosamente convertê-las ao islamismo e / ou forçá-las a se casarem com membros do EI, pode ser parte de um genocídio", acrescentou a organização.
Garota Yazidi que fugiu do Iraque espera em frente à sua tenda, em um campo de refugiados, na cidade de Qamishli, Síria. (Foto: Reuters)

Atrocidades
O Estado Islâmico tornou-se famoso pela utilização de uma variedade de diferentes métodos de execução e tem sido conhecido por queimar presos vivos em várias ocasiões. Em abril, os extremistas queimaram vivas, 15 pessoas que tentavam escapar da cidade iraquiana sitiada de Faluja.
Uma fonte disse à ARA News, que as pessoas estavam fugindo de Faluja, porque as condições no interior da cidade tornaram-se "insuportáveis".
"Faluja tem estado sob bloqueio sufocante durante vários meses. Pessoas suportam severa escassez de materiais básicos, em meio à deterioração das condições de vida", explicou a fonte.
Além de estupros e casamentos forçados, o Estado Islâmico já teria também tentado vender escravas sexuais nos mercados do Iraque e da Síria, ou até mesmo on-line, por meio de plataformas de mídia social, como o Facebook.
A organização de vigilância terror com sede em Washington Jihad e Terrorismo ameaça Projeto monitor do Instituto de Pesquisa de Mídia do Oriente Médio observou em um relatório na semana passada que o Facebook perfis de sabe-se militantes foram anunciando mulheres capturadas com um preço inicial de US $ 8.000.
"Para todos os manos pensando em comprar um escravo, este é de US $ 8.000", a página do Facebook em questão sugere. "Eu aconselho u caras para se casar, em seguida, vêm Dawlah [IS" território no Iraque e na Síria.] "

Feminismo?  

A violência promovida contra as mulheres, praticada por grupos islâmicos foi recentemente citada pelo Rev. Franklin Graham, destacando uma lei recentemente aprovada no Paquistão, que permite que os homens muçulmanos 'batam levemente em suas esposas', caso elas os desagradem.
"Onde estão as 'Glorias Steinems', 'Bellas Abzugs' ou até mesmo as 'Hillarys Clintons', que se dizem defensoras dos direitos das mulheres quando se trata dos ensinamentos do islamismo? Por que eles não estão gritando e protestando contra a maneira como o islamismo trata as mulheres?", questionou Graham em sua página no Facebook.
Complementando a opinião do renomado evangelista, a psicóloga paranaense e presidente nacional do Movimento Pró-Mulher, Marisa Lobo apontou o feminismo como uma "hipocrisia" e o acusou de ser "parcial" em seu "apoio às mulheres".
"Temos que chamar atenção do mundo e da hipocrisia do feminismo mundial que so apóia a luta das mulheres contra os homens, pois esta gera polêmica e rende apoio as suas causas subversivas", destacou.
Segundo Marisa, o feminismo de forma geral menospreza a violência que certos grupos de mulheres têm sofrido.
"As mulheres cristãs não têm recebido apoio das feministas e ou dos direitos humanos como recebem outras mulheres abusadas e violentadas no mundo"
, alertou.
"Cadê as feministas para protestarem? Me parece que entendem esses estupros de mulheres cristãs como apenas um confronto religioso".

"Mulheres Cristãs são tratadas como lixo pelo estado islâmico , e são invisíveis para as feminista de todo mundo. Mas não para nós, do pró-mulheres que defendemos a mulher independeente de sua religião e nos preocupamos com a maneira como as mulheres têm sido tratadas no mundo por buscarem viver conforme sua fé. Não podemos mais ver essas injustiças acontecendo sem nos indignarmos", destacou.