terça-feira, 26 de maio de 2015

Após vitória no Conselho de Psicologia, Marisa Lobo anuncia que irá processar acusadores

 

Após vitória no Conselho de Psicologia, Marisa Lobo anuncia que irá processar acusadores
A psicóloga Marisa Lobo obteve uma vitória simbólica no Conselho Federal de Psicologia (CFP), em Brasília (DF), na última sexta-feira, 22 de maio, quando os integrantes da direção da entidade optaram por não levar adiante o processo de cassação de seu registro profissional.
O imbróglio começou há alguns anos, quando o Conselho Regional de Psicologia (CRP) do Paraná abriu um processo de cassação do registro de Marisa Lobo, acusando-a de descumprir regras da entidade ao externar sua fé cristã nas redes sociais.
Quando o caso tornou-se de conhecimento nacional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Paraná se posicionou considerando absurda a postura do CRP, que resolveu levar adiante a cassação do registro da profissional. Marisa recorreu à Justiça Federal do estado e obteve ganho de causa.
A direção do CRP-PR ignorou a decisão da Justiça e apresentou o caso no CFP, em Brasília, e ao mesmo tempo, preparava recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF) para derrubar a decisão de Justiça Federal em primeira instância.
No entanto, na última sexta-feira, durante a audiência, a psicóloga foi representada pela doutora Damares Alves, que é advogada e assessora parlamentar.
Na defesa de Marisa Lobo, Damares expôs ao CFP uma série de questões ligadas às liberdades civis da profissional, que estão acima das normas da entidade, e destacou que se empenharia em derrubar a decisão do Conselho se esta fosse contrária à psicóloga: “Queria dizer aos senhores que sou uma advogada ‘terrivelmente’ cristã”, ironizou.
Marisa Lobo afirmou que os responsáveis pela acusação contra ela não compareceram à sessão, e quando recebeu a palavra, reiterou suas convicções de fé e profissionais: “Eu sou psicóloga e cristã! Eu não nego a minha fé! Também quero afirmar que nunca ‘curei gay’, nunca tratei a homossexualidade como ‘doença’ ou com qualquer outro tipo de preconceito. Também afirmo que ex-homossexuais existem. Isto não é objeto de ocupação minha. Eu, apenas, como psicóloga especializada em Direitos Humanos, dou o direito ao sujeito, dele existir da maneira que ele próprio desejar”, relatou.
Agora, segundo informações do portal Guia-me, Marisa vai processar o CRP-PR: “Vou processá-los por todas as humilhações, perseguições, por eles terem destruído a minha profissão no mundo secular”, destacou.

Em mesquita, Brasil celebra primeiro lugar em liberdade religiosa

Brasil está na frente dos Estados Unidos em liberdade religiosa, de acordo com o Centro de Pesquisa Pew

Julio Severo
O Brasil perdeu a copa mundial de futebol no ano passado, mas pelo menos está sendo celebrado por alcançar o primeiro lugar em liberdade religiosa no final de abril, de acordo com um estudo recente do Centro de Pesquisa Pew, numa reportagem do Serviço Noticioso Religioso.
Encontro ecumênico na Mesquita Brasil
Em 29 de abril, a maior e mais antiga mesquita da América Latina, a Mesquita Brasil, reuniu uns 700 líderes para sua Celebração de Liberdade Religiosa onde muçulmanos, adeptos de religiões afro-brasileiras, mórmons, Sikhs, espíritas, judeus, católicos, protestantes e adeptos do Rev. Moon jantaram lado a lado para comemorar a posição do Brasil como líder em liberdade religiosa. O tema foi “Brasil uma voz para o mundo.”
Entre os 25 países mais populosos, o Brasil está no primeiro lugar em liberdade religiosa, até mesmo na frente dos Estados Unidos, de acordo com um estudo do Centro de Pesquisa Pew.
O xeique Abdel Hammed Metwally, líder religioso da Mesquita Brasil, disse: “Esta será a primeira de muitas reuniões.” Ele frisou que o evento mostrará ao “mundo como o Brasil sobressai em posição de líder, tolerando e pacificamente acomodando os credos mais diversos.”
Entre os palestrantes estava o Élder D. Todd Christofferson, membro do Conselho dos Doze Apóstolos da Igreja de Jesus Cristo dos Últimos Dias (mórmon). Ele disse: “Incentivo vocês a se apegarem com firmeza às liberdades que vocês forjaram em seu país e assumir uma liderança corajosa na promoção da liberdade religiosa no mundo inteiro.”
Sobre o primeiro lugar do Brasil em liberdade religiosa, a Fundação de Fé Tony Blair (FFTB) disse:
“O nível elevado de liberdade religiosa no Brasil é notável enquanto o país comprovadamente passa por uma das mudanças religiosas mais dinâmicas do mundo hoje, sem nenhum conflito religioso ou sectário. À luz de pesquisas recentes que mostram que a religião está crescendo mundialmente, o exemplo brasileiro é digno de frisar e compreender, especialmente quando dia a dia testemunhamos casos no mundo inteiro do papel da religião em situações de conflito. O Brasil é excepcional em termos de liberdade religiosa. Entre os 26 países mais populosos do mundo, o Brasil tem as restrições mais baixas à liberdade religiosa. O Brasil tem restrições mais baixas, aliás, do que o Reino Unido e os Estados Unidos, onde as restrições estão aumentando.”
A FFTB também disse sobre o Brasil, “não tem havido incidentes registrados de hostilidade por causa de conversões ou proselitismo.”
O Brasil tem a maior população católica do mundo, mas a liberdade religiosa não era uma tradição brasileira por muito tempo. Enquanto nos EUA, a maior nação protestante do mundo, os católicos gozavam de liberdade significativa nos séculos XVII e XIX, no Brasil os protestantes não gozavam de mínima ou nenhuma liberdade. Até mesmo no século XX, os protestantes eram perseguidos no Brasil, e essa perseguição não era meramente críticas, mas perseguição física e econômica.
O fato de que o Brasil foi congratulado por uma distinção suposta de tolerância pacífica e liberdade religiosa é muito estranho, e mais estranho quando tal distinção é celebrada numa mesquita.
Na década de 1990, sob o presidente marxista Fernando Henrique Cardoso, o Ministério da Educação instruiu as escolas do Brasil a lidar com a feitiçaria, ou religiões afro-brasileiras, como mera “cultura” inofensiva.
Na década passada, sob o governo socialista de Lula, o governo brasileiro avançou esse conceito, ao tratar os adeptos da feitiçaria como “minorias oprimidas” e ao tratar a pregação cristã contra a feitiçaria como “crime de ódio.” As religiões de feitiçaria são em grande parte da Umbanda e Candomblé.
A pregação cristã tradicional contra a feitiçaria começou a ser rotulada de “perseguição” contra “minorias oprimidas,” e os líderes de feitiçaria tiveram permissão de acompanhar a delegação brasileira na ONU para expressar suas denúncias contra a “opressão” dos evangélicos brasileiros contra os adeptos da Umbanda e Candomblé.
As denúncias principalmente foram feitas por Ivanir dos Santos, um pai-de-santo do Rio de Janeiro. Ivanir denunciou na ONU “um novo tipo de perseguição religiosa no Brasil, que tem como alvo os terreiros de candomblé e os praticantes de cultos africanos, em atos provocados por neopentecostais.” O Brasil, disse ele, “é o único país que mantém o culto trazido pelos escravos e essa prática tem de ser defendida.”
A “opressão” denunciada por ele consiste em grande parte de evangélicos em programas de TV onde ex-adeptos da Umbanda e Candomblé deram testemunho sobre suas experiências passadas na feitiçaria e como Jesus Cristo os havia liberto, principalmente de espíritos demoníacos.
Não eram testemunhos de adeptos da Umbanda e Candomblé sendo assassinados por evangélicos, especialmente da linha renovada, pentecostal e neopentecostal, mas testemunhos deles sendo transformados por Jesus Cristo.
Esses programas de TV têm sofrido censura. No ano passado, vídeos do YouTube contendo testemunhos de ex-adeptos das religiões afro-brasileiras que hoje são pentecostais foram removidos por ordem judicial, por incitação de Ivanir dos Santos. Em sua decisão, o juiz declarou que os testemunhos deles não eram contra uma religião, mas contra uma “cultura.”
Essas perseguições judiciais não são apenas contra pentecostais.
Em 1998, um juiz no estado da Bahia havia ordenado o confisco de um livro escrito pelo padre católico Jonas Abib, em que ele condena a feitiçaria como imoral, conforme reportagem de LifeSiteNews, que disse:
“O livro ‘Sim, Sim! Não, Não! Reflexões de Cura e Libertação’ adverte os leitores contra os perigos do ocultismo, inclusive as religiões afro-brasileiras conhecidas como ‘espiritualismo.’ De acordo com o site do Pe. Abib, o livro já teve 81 reimpressões e vendeu mais de 400 mil exemplares. ‘Pe. Jonas, assim como Paulo, ousadamente denuncia as obras das trevas, levando o leitor a se conscientizar sobre o controle da mente, a ioga, a astrologia, a magia e a evocação dos mortos, revelando a verdade sobre as obras das trevas, com as quais é preciso romper urgentemente,’ diz um resumo do livro postado no site dele. O promotor público Almiro Sena, porém, acusa Abib de ‘fazer declarações falsas e discriminatórias sobre o espiritismo e sobre as religiões da África, como a Umbanda e o Candomblé, assim como incitação flagrante à destruição e desrespeito a seus objetos de culto.’ Ele acrescentou que a violação é mais grave porque ‘a Constituição estadual [da Bahia] diz que é obrigação do Estado preservar e garantir a integridade, respeitabilidade e permanência dos valores das religiões afro-brasileiras.’”
O governo passado de Lula e o atual governo de Dilma Rousseff (ambos os governos mais socialistas da história do Brasil) tinham e têm políticas ativas para proteger as religiões afro-brasileiras como “cultura” herdadas de escravos africanos. Enquanto as tradições católicas e protestantes estão cada vez mais sendo banidas das escolas e outros locais governamentais porque o Estado é “laico,” as religiões afro-brasileiras e suas práticas estão fazendo incursões, com assistência estatal, nas escolas e outros lugares, de forma privilegiada. Pois o Cristianismo é religião, e as religiões afro-brasileiras são “cultura.”
Com tais proteções estatais, até os negros brasileiros são proibidos de criticar os deuses afro-brasileiros, conforme relatado por mim no WND:
“No Rio, um pastor pentecostal levou um criminoso a Jesus e o convenceu a se entregar à polícia. O Pr. Isaías da Silva Andrade acompanhou o ex-criminoso à polícia e quando lhe perguntaram como a vida dele havia sido transformada, o pastor respondeu que o ex-criminoso vivia sob a influência de demônios das religiões afro-brasileiras que o inspiravam a se envolver com conduta criminosa, mas agora ele encontrara salvação em Jesus. Por causa desse relato inocente, o Pr. Isaías está agora sofrendo ações criminais por discriminação contra a ‘cultura’ afro-brasileira! Se condenado, ele cumprirá sentença de dois a cinco anos de prisão.”
Como filho de uma ex-líder de Umbanda que aceitou o Evangelho de Jesus Cristo, não vejo problema em falar a verdade sobre a feitiçaria que vem da África. Aliás, os brasileiros se lembram, quando não existia a ameaça de censura racial politicamente correta, dos escândalos regulares noticiados pelos meios de comunicação de pais-de-santo envolvidos em muitos sacrifícios de crianças.
No passado, os jornais eram livres para noticiar e denunciar sacrifícios de crianças nas religiões afro-brasileiras. Você pode encontrar notícias antigas sobre esses crimes envolvendo estupros e assassinatos de crianças cometidos por pais-de-santo. Mas hoje em dia, sob o olho monitorador do Estado, só reportagens bajuladoras são permitidas, tais como “religião” oprimida, religião “ameaçada,” etc.
Hoje, a mídia brasileira não mais noticia sobre pais-de-santo que sacrificam crianças. E não quer falar sobre outros crimes relacionados.
Quando o pastor pentecostal Francisco de Paula Cunha de Miranda foi morto a facadas por um pai-de-santo em 2008, a imprensa brasileira permaneceu em silêncio.
Miranda, de 47 anos, foi assassinado no Rio Grande do Sul. Ele era negro (e não pode, nem depois de sua morte, ser acusado de “racismo”) e estava no 33º dia de jejum de uma campanha de oração quando o pai-de-santo Júlio César Bonato, sob possessão da entidade “cultural” exu caveira, saiu do terreiro em pleno ritual para ir até o pastor.
O pai-de-santo voltou a seu ritual com sua faca ritualística ensanguentada.
O pastor, que estava bem fraco devido ao longo jejum, foi morto a golpes de faca.
A imprensa brasileira permanece em silêncio sobre esse assassinato horrendo até hoje.
Em 2010, um grupo de adeptos da Umbanda matou a facadas outro evangélico, Nilton Rodrigues, de 34 anos, e feriu outros, inclusive um pastor evangélico, João Carlos de Oliveira. De novo, a imprensa brasileira ficou em silêncio.
Estou preocupado que a proteção especial às religiões afro-brasileiras possa ter sido fortalecida por Condoleezza Rice, uma famosa filha de um pastor presbiteriano americano. Em 2008, ela foi ao Brasil para fortalecer as raízes das religiões afro-brasileiras. O exemplo dela mostra que as religiões afro-brasileiras são agora um interesse internacional.
Como no caso da homossexualidade, a mera crítica à bruxaria é tratada como “preconceito, discriminação, intolerância,” etc. Agora, até livros católicos criticando a bruxaria são proibidos.
As práticas afro-brasileiras que sempre foram vistas como feitiçaria pela sociedade brasileira estão cada vez mais sendo protegidas pelo governo e mídia do Brasil. E o Cristianismo e seus valores estão cada vez mais perdendo proteção e até sendo atacados por eles.
A sodomia, que tem sido exaltada e recebido a condição de um direito humano especial pelo governo socialista brasileiro, é em grande parte praticada pelas religiões afro-brasileiras, onde seus deuses e espíritos seduzem e levam seus adeptos, especialmente seus sacerdotes, à prostituição, inclusive a homossexualidade.
O que tem sido designado de “liberdade religiosa” no Brasil é meramente as elites socialistas seguindo tendências politicamente corretas, especialmente dos EUA, onde a homossexualidade é agora culturalmente santificada e direitos cristãos são subordinados aos caprichos homossexualistas. O Brasil está seguindo essa tendência. A homossexualidade é agora incriticável no governo e mídia do Brasil.
Junto com a homossexualidade, o islamismo é agora a nova tendência incriticável no Brasil.
A celebração numa mesquita do Brasil como campeão de “liberdade religiosa” mostra que o Brasil está seguindo com total submissão as tendências esquerdistas dos EUA. E se os EUA não estão no primeiro lugar em tal “liberdade religiosa,” por que o Brasil? Pode um discípulo estar acima de seu mestre?
Tente criticar o islamismo no Brasil. Em 2009, quatro jornalistas muçulmanos fizeram queixas contra mim no Ministério Público Federal por causa de textos em meu blog criticando o islamismo.
Queixas também foram feitas por militantes homossexuais e adeptos da bruxaria contra meu blog.
Esta é a liberdade religiosa do Brasil.
O evento numa mesquita do Brasil celebrando o suposto primeiro lugar do Brasil em liberdade religiosa é bom para o islamismo e é bom para a bruxaria brasileira.
Mas não é bom para os cristãos que são ex-adeptos dessas religiões, os quais sofrem discriminação, repressão e censura por dizerem a verdade sobre seu sofrimento nessas religiões.
O Brasil está sendo lançado ao primeiro lugar de uma liberdade religiosa às custas dessas vítimas silenciosas da opressão da bruxaria.
Mesmo assim, o xeique Abdel Hammed Metwally, líder religioso da Mesquita Brasil, garantiu: “Esta será a primeira de muitas reuniões.”
As mesquitas serão agora plataformas politicamente corretas para apresentar ao mundo um Brasil campeão em liberdade religiosa às custas dos cristãos e sua liberdade de expressão?

Em mesquita, Brasil celebra primeiro lugar em liberdade religiosa

Brasil está na frente dos Estados Unidos em liberdade religiosa, de acordo com o Centro de Pesquisa Pew

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Família evangélica é espancada por estudantes de escola pública em Barretos - SP por causa de sua fé

INTOLERÂNCIA RELIGIOSA


Uma família evangélica foi agredida a pauladas e pontapés na cidade de Barretos (SP) por estudantes de uma escola pública. O motivo da agressão é o fato de professarem a fé protestante.
As desavenças começaram com uma menina de 12 anos de idade, que foi hostilizada na Escola Estadual Embaixador Macedo de Soares por ser evangélica. No dia seguinte, quarta-feira, 13 de maio, a irmã mais velha, de 16 anos, foi tirar satisfação e terminou agredida.
“Elas disseram que não gostavam do meu jeito, do meu cabelo. A diretora já tinha me avisado que elas não gostavam do jeito que eu me arrumava. Elas ficavam me chamando de ‘zé povinho’, dizendo que eu ia perder o cabelo, essas coisas”, afirmou a adolescente em entrevista à EPTV.
Em depoimento à Polícia, ela contou que só foi tirar satisfação porque havia duas semanas que sofria com as hostilidades.
No entanto, o fato de a família ter ido procurar a Polícia causou ainda mais revolta nos estudantes, que no dia seguinte, quinta-feira, 14 de maio, a agrediram após a aula. Os pais e um dos tios da menina tentaram apartar a confusão e terminaram agredidos também pelo grupo de cerca de30 pessoas.
O tio da adolescente foi atingido por uma paulada na cabeça, desmaiou e continuou sendo espancado, a pontapés. Socorrido após a chegada da Polícia Militar, o homem de 31 anos teve o rosto desfigurado e sofreu traumatismo craniano.
Internado na Santa Casa de Barretos, ele passou por atendimento de emergência e recebeu alta, porém deverá se submeter a uma cirurgia. A adolescente e os pais sofreram apenas ferimentos leves.
A mãe da adolescente agredida preferiu não se identificar à reportagem e falou que a determinação dos estudantes era tanta, que mesmo com sua presença e do pai das meninas, continuaram agredindo com socos e puxões de cabelo: “Eu peguei ela (sic) e levei embora. Mesmo com ela dentro do carro, um menino ainda saiu puxando o cabelo dela. Eu tentando sair da porta da escola e ele puxando o cabelo dela”, relembrou.
Agora as filhas estão recebendo ameaças nas redes sociais, e a família, assustada, considera deixar a cidade e voltar a Goiânia (GO), de onde vieram em busca de emprego: “Eu me senti impotente. A covardia foi demais. Na hora, eu não tinha para quem pedir socorro. Eles enfrentam os próprios coordenadores da escola. Eu vou tirar as minhas filhas da escola e não sei nem se vou continuar na cidade. Eu estou com medo”, disse a mãe.

É ESSE O ESTADO LAICO TÃO DEFENDIDO? 
Estão seguindo o exemplo de mulçumanos radicais? a direferença é que eles fazem em nome de Ala e os ignorantes religiosos fazem em nome do próprio "EGO"? se sentem incomodados? ofendidos com a presença da Palavra de um Deus que eles ignoram ou acreditam não existir? como pode ser isso? acreditar num Deus que não existe e se incomodarem tanto com isso?
Anarquia e balbúrdia é o que tem acontecido nos lugares de onde se expulsam a Deus, será que ninguem enxerga isso? Claro, como pode cego enxergar?
Já não bastasse o holocausto, a perseguição empleitada por Roma, a inquisição. Como se não bastasse também tirar o ensino religioso das escolas, os símbolos religiosos das repartições públicas, dos tribunais, mas estimular eles nos hospitais e nos presídios? nas casas de recuperação de drogados? no cemitério? a quem eles estão querendo enganar? 
ESTADO LAICO é ANARQUIA. o Vazio não se preenche com pecado. Não se pode transformar o PECADO em SANTIDADE sobs os auspícios da LEI. Pra Deus isso não funciona. 
Para Deus pecado é pecado e santidade é santidade.
Como disse uma jornalista: "Se é para promover a laicidade, vamos demolir o Cristo Redetor, o Senhor do Bomfim, trocar o nome das cidades que tem nomes biblicos, mudar o nome das pessoas que tem nome de personagens da biblia, vamos remover as imagens do Brasil, melhor, remover as igrejas Católicas, evangélicas e acabar com a peregrinação dos fiéis aos lugares de adoração"
Comentário: Washington Albernaz (Jornalista)

Pastor é queimado vivo na Nigéria - Pastor is burned alive in Nigeria - Even when the UN assist it indifferent?



Por Simone Cardoso

Kaduma – Dike Ocha, 50 anos de idade, pastor da Assembleia de Deus, na cidade de Kankiya, estado de Katsina, no norte da Nigéria, foi morte por extremistas religiosos terça-feira, 4 de Fevereiro.
burning-manConfirmando o incidente, Hurdi Muhammad, comissário da Polícia do Estado, disse que tudo começou depois que o corpo de uma menina de seis anos de idade, Fátima Yusuf, foi encontrado em decomposição nas obras de um edifício próximo a casa do pastor. “Os criminosos aproveitaram a situação e acusaram o pastor de ter violado e morto a menina para um ritual” disse o comissário, citado pela imprensa local.
Os criminosos espalharam falsos boatos e seguidamente retiraram o pastor de casa e começaram a agredi-lo. “Além de matar o pastor a igreja onde o mesmo era ministro e uma outra foram queimadas pela multidão” disse Muhammad; “O Eze Igbo (responsável tradicional) da área, que se encontrava no momento com o pastor também foi agredido e a sua casa queimada pelos criminosos” acrescentou.
Algumas pessoas ainda socorreram o pastor levando-o para um hospital, mas a multidão arrancou-o da unidade hospitalar onde recebia os cuidados e atearam fogo sobre o mesmo ante a passividade das autoridades locais.
A polícia entretanto diz acreditar que a menina pode ter sido vítima de estupro e assassinada por criminosos que esconderam o corpo no prédio onde seus restos mortais foram encontrados próximos a casa do pastor.
O norte da Nigéria tem sido assolado por uma onde de perseguição religiosa contra os cristãos, perpetradas por extremistas islâmicos que querem instalar um estado islâmico baseado na sharia a lei islâmica. O Boko Haram, um dos principais grupos radicais está na origem da morte de mais de 500 cristãos colocando engenhos explosivos sobre as igrejas.