segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

"Parem com o genocídio de cristãos", diz propaganda de TV nos EUA



A intenção do vídeo é, não apenas conscientizar a população sobre a perseguição religiosa no Oriente Médio, mas também, pressionar o governo Obama a classificar a ação do Estado Islâmico contra os cristãos como genocídio.
FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST
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"Parem com o genocídio de cristãos", diz propaganda de TV nos EUA
A organização católica 'Cavaleiros de Colombo' e o grupo de defesa dos Direitos Humanos 'Em Defesa dos Cristãos' lançaram uma campanha nacional de anúncio em emissoras de televisão norte-americanas esta semana, pedindo ao Departamento de Estado dos EUA que classifique o tratamento dado pelo Estado Islâmico aos cristãos como um "genocídio".

O comercial de 30 segundos, que estreou na última quarta-feira (24), é composto por imagens que mostram como os cristãos e outras minorias religiosas estão sendo horrivelmente tratados pelo Estado Islâmico (EI) no Oriente Médio. O comercial está sendo executado no período da manhã pela MSNBC e também está executando na parte da manhã, durante o dia e no horário nobre na Fox News. O anúncio está programado para ser executado também durante este fim de semana, mas pode ser prorrogado.

O anúncio mostra vídeos do Estado Islâmico destruindo cruzes e mosteiros e também usa filmagens feitas pelo próprio grupo terrorista, quando este executou os 21 cristãos coptas, usando macacões laranja em uma praia na Líbia, em fevereiro do ano passado (2015).

O comercial também destaca as declarações feitas pelos candidatos presidenciais Senador Ted Cruz (Texas), Senador Marco Rubio (Florida), e a ex-Secretária de Estado e democrata de vanguarda Hillary Clinton, nas quais ambos classificam a campanha do Estado Islâmico contra as minorias religiosas (incluindo os cristãos), como "um genocídio".

"Não é uma questão partidária. Ted Cruz e Marco Rubio têm declarado genocídio. Hillary Clinton também tem feito o mesmo. A maioria [55%] do povo americano concorda com isso", afirma a narradora do comercial. "Isto é o que os cristãos e outras minorias religiosas estão enfrentando nas mãos do Estado Islâmico no Oriente Médio. Mas, o Departamento de Estado ainda não classificou este extermínio como ele realmente é. Agora é hora de agir".

O comercial termina, convidando os telespectadores a assinarem uma petição que foi lançado oficialmente na última quarta-feira (24) no site 'StopTheChristianGenocide.org' e desafia também o Secretário de Estado, John Kerry, A finalmente rotular o "extermínio" atroz das minorias religiosas pelo Estado Islâmico com um genocídio.

Clique no vídeo abaixo para conferir o comercial:


A petição, que já foi assinada por cerca de 25.000 pessoas, lista atrocidades cometidas pelo Estado Islâmico contra as minorias religiosas, como assassinatos em massa, tortura, sequestros extorsivos, escravidão sexual, estupro sistemático de meninas e mulheres, conversões forçadas ao Islã, destruição de antigos locais e artefatos sagrados para os cristãos e o assassinato de líderes cristãos, como prova de que um genocídio está ocorrendo pelas mãos do grupo terrorista.

Por causa das ações do Estado Islâmico, centenas de milhares de pessoas no Iraque e na Síria foram deslocadas de suas casas e agora vivem como refugiadas ou pessoas deslocadas internamente.

A petição foi assinada por um certo número de cristãos proeminentes, incluindo o líder da Comissão de Ética da Convenção Batista do Sul, Russell Moore, o presidente da Associação Nacional de Evangélicos, Leith Anderson, e o Presidente da Associação Católica de Aproximação pelo Bem-estar do Oriente, cardeal Timothy Dolan, além dos produtores de Hollywood, Mark Burnett e Roma Downey, o professor de Direito da Universidade de Princeton, Robert George, o candidato presidencial republicano e governador de Ohio, John Kasich, o advogado de Direitos Humanos, Nina Shea, os autores Eric Metaxas, Johnnie Moore e muitos outros.

"Eu acho que muita gente entende que esta é uma questão muito importante", disse o Vice-presidente de Mídia, Pesquisa e Desenvolvimento dos 'Cavaleiros de Columbus', Andrew Walther ao 'Christian Post', na última quinta-feira.

"O Parlamento Europeu classificou a ação do Estado Islâmico como genocídio, o Papa Francis também chamou de genocídio, a Comissão dos EUA para a Liberdade Religiosa Internacional, todos eles têm dito que os cristãos e outras minorias religiosas ali estão enfrentando um genocídio", Walther continuou. "Eu acho que esta é uma distinção importante, não só por causa das implicações legais que eu entendo que podem ocorrer com uma designação de genocídio, mas também realmente ajuda a dimensionar a história com a gravidade que ela realmente tem".

domingo, 28 de fevereiro de 2016

DENUNCIA GRAVE SOBRE EROTIZAÇÃO INFANTIL NAS ESCOLAS



Se na escola de seu filho estiver acontecendo isso? DENUNCIE... Procure as autoridades
Se voce professor, estiver sendo obrigado a ensinar IDEOLOGIA DE GÊNERO para seus alunos? DENUNCIE

VÁ A UMA DELGACIA MAIS PRÓXIMA E FAÇA UM BOLETIM DE OCORRÊNCIA.
Pegue o nome da escola, da diretora, do professor

ISSO CABE UM PROCESSO INDENIZATÓRIO

a Constituição estabelece uma ORDEM QUE A UNIÃO deve PROTEGER AS CRIANÇAS.

A EDUCAÇÃO MORAL E SEXUAL CABE AOS PAIS E NÃO À ESCOLA NEM AO ESTADO
Deputados do PT e do PSOL estão trabalhando nisso e nos precisamos REPUDIAR.

Tire 4 cópias 




sábado, 27 de fevereiro de 2016

Marisa Lobo comenta as perseguições sofridas pelo movimento LGBT

A profissional foi ameaçada, teve seu site hackeado e até perdeu o registro recuperado recentemente em decisão do CFP

por Leiliane Roberta Lopes
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A psicóloga Marisa Lobo começou a se interessar em estudar Direitos Humanos quando passou a ser perseguida pelos ativistas LGBT que a acusavam de impor suas convicções religiosas dentro do seu consultório.
Nenhum de seus clientes fez denúncias contra ela, mesmo assim ela chegou a ter seu registro profissional cassado e precisou recorrer ao Conselho Federal de Psicologia para poder reaver seu registro e voltar atuar como psicóloga.
Em entrevista ao Guia-Me, Marisa Lobo afirmou que se sente perseguida pela militância LGBT que quer acabar com o cristianismo e seus valores. “Há uma militância ideológica muito grande querendo, na verdade, aprovar tudo aquilo que é contrário à religião, principalmente à fé cristã”, disse.
Foi por ser vítima desse grupo que ela entendeu a importância de estudar e encontrar meios de se posicionar diante dessas afrontas.
“É uma cultura europeia, que estão tentando instalar no Brasil e eu chamo de reorientação social e sexual. Para você saber lidar com isso e enfrentar, que é um enfrentamento o que a gente faz na verdade, você precisa estudar outras culturas, estudar como as pessoas pensam, e nesse estudo todo eu percebi que isso não passa de uma perseguição religiosa, contra um povo cristão”.
Com esses estudos, Marisa Lobo entendeu que Direitos Humanos não deve ser usado para manipular grupos em favor de outros grupos.
“Eu entendi que os Direitos Humanos não podem ser usados como uma bandeira ideológica das minorias contra as maiorias. Os Direitos Humanos devem ser usados de forma multilateral, todos nós temos direitos humanos. Todos nós temos direito de transitar, de ser o que quisermos, de deixar de ser o que quisermos, a não ser que afete a terceiros – meu direito vai até onde começa o direito do outro.”
Perseguição e ameaças
Porém a postura da psicóloga diante desse tema lhe custou muitas acusações, perseguições e até ameaças de morte. “Recebi muitas ameaças de morte, sofro muito bullying, muitos ataques, o povo ofende, xinga. Meus filhos sofreram ataques pela internet, eu tive que deixar de seguir meus filhos, eu tive que esconder eles. Ninguém me vê na internet curtindo uma foto dos meus filhos, não faço isso há quatro anos”, relata.
Uma vez ela foi ameaçada em um aeroporto, e em outro episódio a agência de turismo que Marisa administrava foi pichada e o site foi hackeado. Por muito tempo ela usou o site Psicologia Cristã, mas não consegue mais recuperá-lo após os ataques.
Mesmo forte, a psicóloga já teve medo e ficou triste. “Se você tem uma bandeira e tem fé no que acredita – no meu caso em Deus, nos princípios, na moral e na família – você tem que lutar por ela. Eu luto, mas não é fácil. Às vezes a gente deprime, às vezes a gente fica triste”.
Mas foi por conta desses ataques enfrentados, que Marisa conseguiu ser conhecida em todo o Brasil e passou a atuar em favor da família.
“Hoje eu sou a psicóloga que mais participou de audiências públicas no Brasil. Tenho mais de 38 audiências públicas. Não conheço nenhum profissional que tenha estado presente em tantas prefeituras, Assembleias Legislativas, Câmaras Municipais e tantas vezes em Brasília, na Câmara Federal, palestrando em defesa da família, da vida e fazendo campanhas contra a pedofilia, abuso sexual infantil e contra as drogas.”

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Refugiados cristãos são perseguidos por muçulmanos na Europa

Refugiados cristãos são perseguidos por muçulmanos na Europa
Pelo menos um ex-islâmico foi morto por aceitar Jesus

por Jarbas Aragão
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Milhares de refugiados cristãos que conseguiram escapar da morte nas guerras no Oriente Médio quando chegam à Europa continuam sendo perseguidos e ameaçados por muçulmanos.
Primeiramente, eram casos pontuais, nos campos de refugiados em diversos países. Contudo, agora surgem denúncias mais sérias.
Entre as comunidades de refugiados árabes na Alemanha, por exemplo, a minoria cristã está sendo perseguida e sofrendo agressões físicas. O portal Jihad Watch, veiculou denúncias de espancamentos e destruição de símbolos religiosos. Para o site jornalístico especializado em monitorar o extremismo islâmico, “a Europa comete suicídio publicamente”.
Os refugiados estão sofrendo o mesmo tipo de perseguição que era infligida sobre eles pelo Estado Islâmico na Síria e no Iraque, mas em pleno solo europeu. Essa é a denúncia do portal Catholic Herald.
O arcebispo da cidade de Colônia, Rainer Woelki, declarou: “Nossa preocupação está aumentando porque os políticos e as autoridades das agências de segurança não estão levando essas ameaças a sério… A Alemanha deveria posicionar-se clara e favoravelmente à liberdade religiosa e ao direito à liberdade de consciência. Esse é um direito que os próprios cristãos já tiveram, nas nações árabes que agora foram dominadas pelas organizações extremistas”.
Ao mesmo tempo, o pastor luterano Gottfried Martens, vem alertando sobre o aumento no número de gangues dedicadas à perseguição da minoria árabe cristã, nos centros de acolhimento a refugiados.
O pastor explica que os cristãos são proibidos de usar as cozinhas por serem acusados de “espalhar impureza”. Em outras ocasiões foram forçados a assistir vídeos de decapitações. Muitos já foram espancados e tiveram seus símbolos religiosos roubados.
O ministério Portas Abertas afirma que houve uma série de incidentes similares no norte da França. Iranianos que se converteram a Jesus estão sendo perseguidos pelos muçulmanos iraquianos. Há registro de que pelo menos um convertido iraniano foi assassinado por causa de sua fé.
Michel Varton, diretor da Portas Abertas na França lamenta:  “Muitos desses cristãos estão fugindo da perseguição e discriminação. Já estão traumatizados pela sua terrível experiência no Oriente Médio. Imagine o seu desespero ao perceber que, após chegar na França sofrem a mesma discriminação e ódio dos imigrantes muçulmanos”.
Ele conta que muitas igrejas europeias “têm demonstrado dedicação e interesse em ajudar os refugiados cristãos e aqueles que estão realmente interessados ​​na fé cristã”.
O parlamentar britânico David Alton, criticou a ineficácia do governo britânico em impedir esse tipo de situação. “Imagine quando as pessoas que fugiram do genocídio pensam que chegaram à Europa e terão segurança, apenas para descobrir que a perseguição os seguiu até aqui”.
Ele enunciou que entrou com um pedido junto a um juiz do Supremo Tribunal para que seja feita “uma revisão judicial sobre esta questão [dos imigrantes]”.

Estado Islâmico vende cabeça de cristãos em sites de leilão


Preço varia dependendo da religião da vítima

por Jarbas Aragão
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O grupo terrorista Estado Islâmico (EI) perdeu cerca de 20% dos seus soldados após os bombardeios aéreos da Rússia. Também foram derrotados em terra e perderam o controle de parte de seu “território”.
Movimentos internacionais liderados pelos EUA afirmam ter impedido o repasse bancário de milhões de dólares aos terroristas. Por causa disso, extremista muçulmanos passam por dificuldades econômicas.
De acordo com o jornal inglês Mirror, o EI está recorrendo a uma estratégia macabra para levantar dinheiro: vender cabeças de vítimas decapitadas.
A denúncia partiu do pastor norte-americano Harry Walther. Ele conta que existem vários “colecionadores” dispostos a pagar cerca de 500 dólares por cada cabeça em sites de leilão.  O preço varia o preço de acordo com a religião.
Desde seu surgimento eles decapitaram muitas pessoas que escolheram não seguir a religião islâmica da maneira como eles a veem. Por serem considerados “infiéis”, muitos foram torturados, crucificados, fuzilados, quase sempre de modo público. Os vídeos postados nas redes sociais com as execuções sempre tiveram grande repercussão.
Walther afirma que as cabeças passam por um tratamento que as “encolhe” e desidrata. O método é antigo, e era praticado por antigas tribos. As cabeças atingem um tamanho bastante reduzido, pouco maior que uma bola de beisebol.
Algo similar foi feito pelos nazistas com os judeus no Holocausto. Eles penduravam as cabeças na cela de outros judeus, visando os aterrorizar e obriga-los a obedecer às ordens.
O pastor diz que o EI tenha milhares de cabeças para vender. Como as decapitações são frequentes, eles estariam fazendo uma espécie de “estoque”.
Profecia bíblica?
Harry Walther, que lidera uma igreja no estado de Montana, afirma que tem acompanhado esses anúncios de venda na internet.
Explica ainda que o Livro de Apocalipse no capítulo 20 prevê que centenas de milhões de homens cristãos, mulheres e crianças serão decapitados por sua fé em Jesus.
Ele conta que o preço de leilão das cabeças encolhidas de cristãos começa em 100 dólares, mas geralmente são vendidas por cerca de 500.  Já as cabeças dos muçulmanos ‘in

Islâmicos atropelam jovens cristãs que negaram sexo. Nem sempre são os radicais que fazem isso. ALERTA.

Cerca de 700 cristãs são sequestradas, violentadas e forçadas a se casarem a cada ano no Paquistão

por Jarbas Aragão
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Recentemente no Paquistão três meninas cristãs foram espancadas por terem rejeitado as investidas de jovens muçulmanos. Uma delas veio a falecer. O incidente ocorreu em janeiro, na capital Lahore.
As três adolescentes tinham 17, 18 e 20 anos e estavam voltando a pé para casa após mais um dia de trabalho. Quatro jovens muçulmanos em um carro começaram a seguir e assediar as meninas. Os rapazes insistiam para que elas entrassem no carro deles para “se divertirem”.
Elas recusaram o “convite”, explicando que eram cristãs e não se relacionavam sexualmente fora do casamento. Eles insistiram e elas correram. Um dos muçulmanos gritou com elas, dizendo: “como vocês ousam fugir de nós, meninas cristãs servem apenas para uma coisa: satisfazer os desejos sexuais dos homens muçulmanos”.
Os rapazes tentaram atropelar as meninas. Duas caíram no chão e tiveram fraturas. Uma quebrou o quadril a outra, as costelas. A mais nova, Kiran Masih, foi arremessada para o alto e caiu sobre o para-brisa do carro que continuava acelerando.
Segundo testemunhas, os muçulmanos riram e aceleraram ainda mais o veículo. Logo em seguida, o motorista pisou no freio com toda força. A menina de 17 anos caiu ao chão e faleceu, em consequência da fratura exposta no crânio e esmagamento dos ossos.
A denúncia desse caso é feito por Wilson Chowdhry, presidente da Associação Britânica dos Cristãos Paquistaneses (BPCA) e ativista dos direitos humanos. Ele conta que o caso das meninas foi tratado por desdém pelas autoridades paquistanesas.
“A violência contra cristãos é raramente investigada e ainda que seja, é altamente improvável que a justiça seja feita. As mulheres sofrem de uma condição social muito baixa no Paquistão, mas nada se compara às mulheres cristãs, que estão apavoradas, principalmente depois desse ataque”, assevera Chowdhry.
A ONG “Movimento de Solidariedade e Paz”, que apresenta dados alarmantes. Cerca de 700 mulheres cristãs são sequestradas, violentadas e forçadas a se casarem a cada ano no Paquistão, ou seja, praticamente duas por dia!
A menina mais nova tinha apenas 9 anos. Quando foi detido, o paquistanês afirmou que não entendia pois já tinha feito “a mesma coisa com outras meninas cristãs”. Ele foi ouvido, mas não foi preso.
A justificativa para esses atos é o entendimento que os islâmicos possuem que podem estuprar mulheres “infiéis” (não muçulmanas) sem que precisem temer uma punição divina.
O conceito islâmico de “espólio” é explicado por uma das maiores autoridades em lei e jurisprudência islâmica, o falecido Majid Khadduri. Em seus livros ele reiterava que: “O termo espólio (ghanima) é aplicado especificamente à propriedade adquirida por meio da força de não-muçulmanos. Entretanto, isso inclui não apenas propriedades (móveis ou imóveis), mas também pessoas, seja na qualidade da asra (prisioneiros de guerra) ou sabi (mulheres e crianças)”.
Esse é o entendimento dos militantes do Estado Islâmico, cujo comércio de escravas sexuais tem chocado o mundo.
Mesmo quando vivem nas nações ocidentais, muitos muçulmanos acreditam ter direito de estuprar e abusar sexualmente de mulheres “infiéis” ou até mesmo de mulheres muçulmanas se estiverem desacompanhadas à noite ou se não estiverem usando um véu.
Isso tornou-se notório para o mundo quando uma série de estupros realizado por muçulmanos ocorreu na Alemanha no início do ano. Na ocasião, a mídia mundial não deu atenção ao fato de que a motivação era religiosa. Com informações de Gatestone Institute

domingo, 21 de fevereiro de 2016

ARÁBIA SAUDITA DECRETA PENA DE MORTE PARA QUEM ANDAR COM A BIBLIA SAGRADA

A Arábia Saudita é o “berço” do Islamismo, tendo em Meca a cidade mais sagrada desta religião. Já é proibido aos não muçulmanos entrarem naquela cidade. De modo geral, a perseguição religiosa só aumenta. Não há igrejas conhecidas e a maioria dos cristãos naquela nação são imigrantes estrangeiros.
Agora, o governo do país que já se diz regido pela lei sharia, anuncia modificações em uma lei sobre literatura. Isso poderá marcar o fim do cristianismo na região. O motivo é simples: está prevista pena capital para quem carregar Bíblias para dentro da Arábia. Ou seja, o que já era considerado contrabando, agora chega ao extremo. Não se pode comprar legalmente uma cópia das Escrituras por lá.
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A missão Heart Cry [Clamor do coração] divulgou em seu relatório mais recente que ao legislar sobre a importação de drogas ilegais, incluiu-se um artigo que aborda “todas as publicações de outras crenças religiosas não islâmicas e que tragam prejuízo”. Ou seja, na prática, entrar com uma Bíblia na Arábia Saudita será o mesmo que carregar cocaína ou heroína.
Segundo a lista publicada anualmente pelo Ministério Portas Abertas, em 2014 a Arábia Saudita figura como o 6º país que mais persegue cristãos. A conversão para outra religião já era proibida na Arábia Saudita, punida com a morte. Mesmo assim, existem relatos crescentes que muçulmanos estão seguindo a Cristo após sonhos e visões.
O portal WND entrou em contato com a embaixada da Arábia Saudita para confirmar as mudanças na lei, mas a resposta oficial é que não haveria comentários. Por ser um importante parceiro comercial dos EUA, a Arábia raramente recebe cobertura negativa da imprensa.
O teólogo Joel Richardson, que tem escrito vários livros e produz documentários sobre o islamismo e o final dos tempos, afirmou: “Se os muçulmanos verdadeiramente tivessem confiança que sua religião é verdadeira, não teriam medo de pessoas que leem a Bíblia”.
Para ele, o decreto é uma prova que o governo saudita tem medo do impacto do cristianismo. Produtor do documentário “End Times Eyewitness” [Testemunhas do Final dos Tempos], Richardson acredita que “Se eles estão matando pessoas por carregarem uma Bíblia, este é o cumprimento de Apocalipse 6:9″.

MAIOR LÍDER MUÇULMANO DA ARÁBIA SAUDITA PEDE A DESTRUIÇÃO DE TODAS AS IGREJAS CRISTÃS


O sheik Abdul Aziz bin Abdullah, o grão-mufti da Arábia Saudita, maior líder religioso do país onde Maomé nasceu, declarou que é “necessário destruir todas as igrejas da região.”
Tal comentário do líder muçulmano foi uma resposta ao questionamento de uma delegação do Kuwait, onde um membro do parlamento recentemente também pediu que igrejas cristãs fossem “removidas” do país.

O grão-mufti salientou que o Kuwait era parte da Península Arábica, e por isso seria necessário destruir todas as igrejas cristãs de lá.
“Como acontece com muitos muftis antes dele, o sheik baseou sua fala na famosa tradição, ou hadith, que o profeta do Islã teria declarou em seu leito de morte: ‘Não pode haver duas religiões na Península [árabe]’. Isso que sempre foi interpretado que somente o Islã pode ser praticado na região”, explicou Raymond Ibrahim, especialista em questões islâmicas.

A importância dessa declaração não deve ser subestimada, enfatiza Ibrahim: “O sheik Abdul Aziz bin Abdullah não é um líder muçulmano qualquer que odeia as igrejas. Ele é o grão-mufti da nação que levou o Islã para o mundo. Além disso, ele é o presidente do Conselho Supremo dos Ulemás  [estudiosos islâmicos] e presidente do Comitê Permanente para a Investigação Científica e Emissão de Fatwas.  Quando se trata do que o Islã prega, suas palavras são imensamente importantes “.

No Oriente Médio, os cristãos já estão enfrentando perseguição maior, incluindo a morte, nos  últimos meses. Especialmente nos países onde as facções militares islâmicas têm aproveitado o vácuo de poder criado pelas revoluções da chamada “Primavera árabe”, como Egito, Líbia e Tunísia, Jordânia, Marrocos, Síria e Iêmen.

Os cristãos coptas, por exemplo, que vivem no Egito há milênios estão relatando níveis mais elevados de perseguição de muçulmanos. No Norte de África, os muçulmanos prometeram erradicar o cristianismo em alguns países, como a Nigéria. No Iraque, onde os cristãos tinham algumas vantagens durante o governo de forte Saddam Hussein, populações cristãs inteiras fugiram. O Irã também tem prendido crentes e fechado igrejas mais do que de costume.

Ibrahim escreveu ainda em sua coluna: “Considerando a histeria que aflige o Ocidente sempre que um indivíduo ofende o Islã, por exemplo, uma pastor desconhecido qualquer,  imagine o que aconteceria se um equivalente cristão do grão-mufti, digamos o papa, declarasse que todas as mesquitas da Itália devem ser destruídas, imaginem o frenesi da mídia ocidental. Imediatamente todos os veículos gritariam insistentemente  “intolerância” e “islamofobia”, exigiriam desculpas formais e apelariam para uma reação dos políticos”.

O estudioso acredita que uma onda de perseguição sem precedentes está prestes a ser iniciada na região, que ainda testemunha Israel e Irã viverem ameaçando constantemente fazerem ataques. O resultado disso pode ser um conflito de  proporções globais.  

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Traduzido e adaptado de Arabian Business e WND, via Gospel Prime

Estado Islâmico vende, crucifica e enterra crianças vivas no Iraque


Agência da ONU denuncia barbáries cometidas por grupo terrorista contra menores, também usados em ataques suicidas e como escudos humanos.

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Crianças da minoria yazidi que fugiram da cidade iraquiana de Sinjar, refugiam-se na província de Dohuk, no Iraque(Ari Jalal/Reuters)
A cada dia surgem novas informações sobre o vasto leque de atrocidades cometidas pelos terroristas do Estado Islâmico. Nesta quarta-feira, a ONU denunciou mais barbáries contra crianças iraquianas sequestradas: elas são vendidas em mercados como escravas sexuais e muitas são mortas, crucificadas ou enterradas vivas, segundo o Comitê das Nações Unidas para os Direitos da Criança.
Meninos iraquianos menores de 18 anos estão cada vez mais sendo usados pelos jihadistas em ataques suicidas, como fabricantes de explosivos, informantes ou escudos humanos para proteger instalações contra ataques aéreos.
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A agência da ONU denunciou "a matança sistemática de crianças pertencentes a minorias religiosas e étnicas cometida pelo assim chamado Estado Islâmico, incluindo vários casos de execuções coletivas de meninos, assim como relatos de crianças decapitadas, crucificadas e enterradas vivas".
"Estamos profundamente preocupados com a tortura e o assassinato destas crianças, especialmente daquelas que pertencem a minorias, mas não só das minorias", disse Renate Winter, especialista do comitê, em boletim à imprensa. "A abrangência do problema é enorme".
Crianças da minoria yazidi ou de comunidades cristãs, e também xiitas e sunitas, têm sido vítimas da selvageria do EI. "Temos tido relatos de crianças, especialmente crianças com problemas mentais, que foram usadas como homens-bomba, muito provavelmente sem sequer entender a situação", declarou a especialista à agência de notícias Reuters. "Foi publicado um vídeo [na Internet] que mostrava crianças de muito pouca idade, aproximadamente 8 anos ou mais novas, já sendo treinadas para serem soldados."
Um grande número de crianças foi morto ou ficou seriamente ferido durante ataques aéreos ou bombardeios das forças de seguranças iraquianas, e outras morreram de "desidratação, inanição e calor", acrescentou o comitê. Além disso, o Estado Islâmico cometeu "violência sexual sistemática". "Crianças de minorias têm sido capturadas em vários lugares... vendidas no mercado com etiquetas, etiquetas de preço nelas", disse Renate Winter.
Um relatório elaborado por dezoito especialistas independentes pede às autoridades iraquianas que adotem todas as medidas necessárias para "resgatar as crianças" sob controle do grupo terrorista e processar os criminosos.
Queimado vivo - O Estado Islâmico divulgou nesta terça-feira um novo vídeo macabro mostrando o piloto jordaniano Moaz Kesasbeh sendo queimado vivo dentro de uma jaula. Ele foi levado pelos terroristas no final de dezembro, depois que o avião que pilotava caiu na região de Raqqa, na Síria. Antes do piloto, os jihadistas haviam decapitado vários reféns, incluindo dois japoneses executados em janeiro.
Povos perseguidos pelos jihadistas no Iraque e na Síria
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1 de 5(Foto: Khalid Mohammed/AP)
Cristãos
O número de cristãos no Iraque caiu de aproximadamente 1,5 milhão em 2003 para algo entre 350.000 e 450.000 atualmente, estimativa que corresponde a menos de 1% dos habitantes do país. A maioria vive na província de Nínive, no norte do país. Além de Qaraqosh – a maior cidade cristã do país, tomada pelos jihadistas em 7 de julho –, outros locais como Bartella, Al Hamdaniya e Tel Kef também abrigam cristãos.

Os cristãos no país são de diversas etnias e denominações, mas a maioria é de católicos assírios ou caldeus – uma das várias igrejas iraquianas com nomes que remontam às origens do cristianismo –, descendentes de povos da Mesopotâmia que falam aramaico.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Pastor é condenado à prisão por ajudar ex-lésbica e sua filha

Ex-lésbica Lisa Miller e sua filha Isabella saíram dos EUA com ajuda do religioso
Jarbas Aragão
Um pastor menonita norte-americano foi condenado por dar assistência a uma ex-lésbica que fugiu do país com a filha. Ele começará a cumprir pena no próximo mês, pois perdeu o recurso.
O pastor Kenneth Miller foi condenado em agosto de 2012 por ter ajudado a ex-lésbica Lisa Miller e sua filha Isabella a cruzarem a fronteira com o Canadá. Em seguida, ambas fugiram para a Nicarágua.
O caso teve início em 2000, quando Lisa Miller ainda era homossexual e vivia em união estável com Janet Jenkins. Elas decidiram fazer um procedimento de inseminação artificial e Miller deu à luz a Isabella em 2002. Em 2003, Miller e Jenkins se separaram.
Nessa época, Lisa converteu-se, renunciou ao estilo de vida homossexual. Quando a união civil foi legalmente dissolvida, o tribunal deu a guarda da criança para Lisa, mas Janet tinha o direito de visitar a criança.
Logo começaram a surgir problemas. Isabella passou algumas noites na casa de Janet, que continua sendo homossexual. A mãe afirma que essas visitas estavam causando grande trauma para a menina.
Quanto tinha seis anos de idade, a menina voltava para casa tocando suas partes íntimas “de forma inadequada”, garante Lisa. Também falava sobre suicídio. Para Lisa, a criança passou por alguma situação muito difícil, pois pedia para não ficar mais com Janet.
Isso a fez recorrer ao tribunal e pedir a custódia exclusiva de Isabella. No primeiro momento teve ganho de causa, mas Janet recorreu. O processo se arrastou até 2008, quando a Suprema Corte concedeu novamente o direito de Janet receber Isabella em sua casa.
Como Lisa se recusou a isso, o juiz Richard Cohen ameaçou passar a custódia para Janet se ela não acatasse a decisão do tribunal. Desesperada, Lisa decidiu fugir do país.
Quando um processo foi instaurado para apurar o caso, o nome do pastor Kenneth Miller apareceu. Ele era citado como “cúmplice” na fuga. Em 2013, o caso foi julgado e o pastor condenado a 27 meses atrás das grades, mais um ano de condicional supervisionada.
O pastor recorreu, mas o 2º Circuito de Apelações confirmou a decisão no final de janeiro de 2016. Como a Nicarágua não possui tratado de extradição com os Estados Unidos, Lisa e Isabella continuarão com suas vidas no novo país.
No site oficial do caso, montado pela defesa do pastor, Ken Miller afirma que irá cumprir a pena. Pede orações por ele e pela sua família. Em uma ‘carta aberta’ afirma que tentou apenas ajudar Lisa e Isabella. Para ele, suas atitudes meramente apoiaram o desejo de Lisa de mudar de vida, seguir a Jesus e sair de um relacionamento que contraria os padrões estabelecidos por Deus.
O pastor cita Romanos 8:28. “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus”. Afirma ainda que “Não estamos desanimados ou deprimidos por causa do futuro, porque Deus está no futuro e nós estamos com Deus, por isso somos encorajados”.
Finaliza ressaltando que “Algumas coisas nunca poderão ser trancadas atrás dos muros de uma prisão. Verdade. Consciência. Retidão moral e o Evangelho salvador de Jesus”. Com informações Christian News