sábado, 16 de agosto de 2014

A RELIGIÃO MAIS INTOLERANTE DO MUNDO - Militantes ordenam mutilação genital feminina no Iraque, diz ONU

Militantes ordenam mutilação genital feminina no Iraque, diz ONU

Decisão do Estado Islâmico afetaria cerca de 4 milhões de mulheres e crianças
Reuters
O grupo militante Estado Islâmico ordenou que todas as garotas e mulheres na cidade de Mosul, norte do Iraque, e nos arredores sejam submetidas ao processo de mutilação genital feminina, disse a Organização das Nações Unidas (ONU) nesta quinta-feira (24).
O “fatwa" declarado pelos combatentes sunitas muçulmanos afetaria potencialmente 4 milhões de mulheres e garotas, disse a coordenadora residente e humanitária da ONU no Iraque, Jacqueline Badcock, a repórteres em Genebra por videoconferência a partir de Arbil (Iraque).
"Isso é algo muito novo para o Iraque, particularmente nesta área, e é uma grave preocupação e precisa ser tratada”, disse.
“Esta não é a vontade do povo iraquiano, ou das mulheres do Iraque nestas áreas vulneráveis cobertas pelos terroristas”, acrescentou.
Nenhum representante do Estado Islâmico estava disponível para comentar o assunto.
  

Facão e ódio aos muçulmanos

Facão e ódio aos muçulmanos: conheça as milícias cristãs da República Centro Africana

Desde dezembro de 2013, cristãos e muçulmanos se enfrentam em conflito que pode virar genocídio
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Em março de 2013, rebeldes muçulmanos, conhecidos como Selekas, derrubaram o então presidente da República Centro Africana, François Bozizé. Os abusos e assassinatos cometidos quando eles estavam no poder levaram à criação de milícias cristãs, conhecidas como “anti-balakas”

Cristãos iraquianos tentam esquecer sofrimento se refugiando no Líbano

Cristãos iraquianos tentam esquecer sofrimento se refugiando no Líbano

Grupos do Estado Islâmico perseguem e ameaçam de morte seguidores do cristianismo
EFE
Expulsos pelos jihadistas do Estado Islâmico (EI) de sua terra natal, o Iraque, vários cristãos passaram pelas fronteiras e, agora, tentam esquecer o sofrimento acompanhados de fiéis da mesma religião no Líbano.
A arquidiocese do Líbano, na cidade de Baabda, nos arredores da capital, se transformou em um centro de amparo para os cristãos iraquianos que fugiram de seu país, especialmente da cidade de Mossul.
Lá e em outras regiões do norte do Iraque, os extremistas sunitas tomaram o controle e ameaçaram de morte os cristãos que não se converterem ao islã, e não há alternativa a não ser escapar.
É o que fez um industrial iraquiano, que não quer se identificar por medo de represálias contra seus familiares, que ainda estão no Iraque.
"Os radicais me convocaram e disseram que minha casa e minha fábrica pertenciam ao EI. Roubaram tudo o que tinha lá, além do dinheiro", afirma o empresário, casado e com três filhos.
Ele lembra como os radicais arrancaram os brincos que suas filhas usavam e bateram na mais nova, deixando hematomas no rosto, quando ela reclamou que estavam quebrando seus pertences.
O único que deixaram foi o carro com o qual o industrial pôde fugir a Arbil, a capital da região autônoma do Curdistão iraquiano, ainda tranquila.
Por lá ele vendeu o veículo e com o dinheiro comprou passagens de avião para o Líbano. A salvo na arquidiocese, outro iraquiano — que também pede anonimato — considera que há moradores de Mossul que se aproveitam das circunstâncias e se passam por membros do EI para extorquir os cristãos. "O sotaque denuncia. E muitos deles são conhecidos nossos", conta.
A imigração dos cristãos iraquianos, uma constante desde o início da invasão americana no país em 2003, foi intensificada depois que em 10 de junho os radicais tomaram Mossul.
"Não sabemos o número exato de iraquianos cristãos que fugiram para o Líbano, já que muitos não se registram, mas calculamos que sejam cerca de duas mil famílias desde 2003", diz à Agência Efe o bispo de Beirute, monsenhor Michel Kassargi.
Vindo de uma família que teve vários membros massacrados pelos turcos no século passado, Kassargi acrescenta que fazem tudo o que está ao alcance para poder ajudar, e crítica à comunidade internacional pela "inação" frente ao que acontece no Iraque e em outros países do Oriente Médio, com cada vez menos cristãos.
Se no começo do século 20 representavam 20% da população na região, atualmente calcula-se que sejam apenas 5%. "Somos contra a imigração dos iraquianos (cristãos) e condenamos os países ocidentais que a favorecem em vez de ajudar a que resistam e não fujam", lamenta Kassargi.
Roy Merhab, encarregado de coordenar a ajuda recebida na sede episcopal para os iraquianos, se declara "impressionado" com estado em que os refugiados chegam, "desprovidos de tudo", já que na fuga tiveram tudo roubado.
"Todos têm muito medo e garantem que não querem retornar ao Iraque enquanto essa situação continuar acontecendo", declara Merhab, que explica que há voluntários para repartir ajuda alimentar, encarregados de hospitalizar os que necessitam, os que fazem as matrículas das crianças nas escolas e os que dão apoio psicológico.
O governo libanês não considera os iraquianos refugiados e os trata de maneira diferente da que trata os sírios que fogem da guerra em seu país, segundo Merhab. Ele detalha que os iraquianos ganham visto renovável de 15 dias, mas alguns são detidos por permanecer ou trabalhar ilegalmente no país.
"Eles só desejam viver de forma digna, sem medo e sem mendigar", diz. Enquanto isso, a arquidiocese se transforma em um vai e vem de carros com famílias libanesas que levam alimentos e utensílios para os iraquianos. Uma das doadoras, identificada como Claire, lembra o conflito civil entre 1975 e 1990, e diz: "Temos que cooperar porque sabemos o que é uma guerra e não podemos esquecer que pode nos acontecer o mesmo". 

Cristãos são forçados a deixarem suas casas na República Centro-Africana, alerta ONU

Cristãos são forçados a deixarem suas casas na República Centro-Africana, alerta ONU(R7)

Acredita-se que pelo menos 23 mil pessoas já fugiram da região
EFE
Uma nova onda de deslocamentos forçados está acontecendo na região centro-norte da República Centro-Africana, onde no último mês pelo menos 23 mil pessoas fugiram de combates recentes, alertou nesta sexta-feira (16) Nações Unidas.
"A maioria de deslocados são cristãos, principalmente mulheres e crianças", assegurou o porta-voz do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados, Adrian Edwards.
Explicou que os deslocados estão concentrados, em seu maior parte, em igrejas e terrenos limites, onde procuraram se esconder dos ataques dos grupos armados.
Entre os deslocados, muitos o são pela segunda vez e tiveram que abandonar novamente seus lares, aos quais tinham retornado gradualmente desde fevereiro.
"Muitos estiveram vivendo entre locais de acolhida temporários e escondidos entre os arbustos, o que dificultou levar ajuda", explicou Edwards. Em toda a República Centro-Africana calcula-se que há 560 mil deslocados internos, dos quais 135 mil estão em Bangui, e mais de 100 mil fugiram para Camarões, Chade, República Democrática do Congo e Congo.
Por sua vez, a Unicef, o braço da ONU responsável da proteção infantil, informou que desde janeiro obteve a libertação de mil crianças que estavam retidas por grupos armados. Trata-se de um número cinco vezes maior que a todos os libertados no curso de 2013.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Cristãos do Iraque se amontoam nas igrejas, fugindo por medo de serem mortas pelos mulçumanos


MULTIDÕES DE CRISTÃOS PASSAM A NOITE JUNTOS EM IGREJAS NO IRAQUE, PARA EVITAREM DE SEREM ASSASSINADOS PELO CALIFADO ISLÂMICO.


Familias inteiras cristãs, por medo de serem assassinadas pelos fanáticos mulçumanos, pernoitam dentro das igrejas.

Aos montes, dormindo em bancos, crianças, bebês, idosos, sem liberdade, sem esperança, com um único desejo que é continuar VIVOS.