terça-feira, 30 de setembro de 2014

ONU BRASIL SE CALA QUANDO MINORIA GAY ATACA MINORIA EVANGÉLICA POR PRECONCEITO RELIGIOSO

Pastor Marco Feliciano é alvo preferido de candidatos gays
Ativistas prometem “guerra” ao “fundamentalismo religioso”.

por Michael Caceres



Marco Feliciano é alvo preferido de candidatos gays


“Menos felicianos e mais direitos humanos”. Com essa e outras frases candidatos gays prometem uma verdadeira “guerra” contra o que chamam de “fundamentalismo religioso”. A referencia ao deputado Pastor Marco Feliciano (PSC/SP) aparece em quase 90% das propagandas destinadas a representatividade de lésbicas, gays, bissexuais, travestis ou transexuais.
A antipatia ao líder assembleiano ganhou força após sua passagem pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados. Na época, apesar de não haver crime de opinião, Feliciano foi duramente criticado por opiniões interpretadas pelos ativistas como “homofóbicas e racistas”.
Nas propagandas do Partido Socialismo e Liberdade, partido do principal ativista gay em Brasília, deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), além das promessas buscando alcançar privilégios para o segmento homossexual, as propagandas mostram beijos entre pessoas do mesmo sexo e números sobre o que consideram um alto índice de homofobia no Brasil.
Entre os privilégios, os candidatos defendem que o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo seja colocado na Constituição Federal, através do novo Código Penal, que prevê apenas a união entre heterossexuais. Ano passado o Supremo Tribunal Federal (STF) obrigou o reconhecimento da união estável através da Resolução 175, de 14 de maio de 2013.
Os candidatos da causa gay também buscam o direito a adoção de crianças, com a garantia do registro civil da criança (certidão de nascimento) no nome dos LGBTs. Além do fim da nomenclatura pai e mãe com a justificativa de que constrange as crianças adotadas.
Um dos símbolos da causa LGBT no Brasil é a criminalização da homofobia. O PLC 122 é uma das leis que os ativistas prometem defender. O texto criminaliza a opinião contra a prática homossexual e pune até mesmo o discurso religioso contra a homossexualismo. Com informações Folha de SP.

No Brasil, opinar, criticar, defender familia ou ser cristão JÁ É HOMOFOBIA

Dilma, Marina e Aécio se unem na condenação à opinião “homofóbica” de candidato católico

Comentário de Julio Severo: A revista Veja disse que Dilma, Marina e Aécio repudiaram o comentário “homofóbico” do candidato Levy Fidelix. O que foi que Levy disse que desagradou aos três? Do que ele disse, o que a imprensa mais destacou foi:
“Aparelho excretor não reproduz (...) Como é que pode um pai de família, um avô ficar aqui escorado porque tem medo de perder voto? Prefiro não ter esses votos, mas ser um pai, um avô que tem vergonha na cara, que instrua seu filho, que instrua seu neto. Vamos acabar com essa historinha. Eu vi agora o santo padre, o papa, expurgar, fez muito bem, do Vaticano, um pedófilo. Está certo! Nós tratamos a vida toda com a religiosidade para que nossos filhos possam encontrar realmente um bom caminho familiar.”
Ora, o Brasil é o maior país católico do mundo. O que há de mal no senhor Levy, que é pai e avô e merece um mínimo respeito dos três candidatos, se expressar como católico? Mesmo desconsiderando a religião dele, a opinião dele é diferente do que pensa a vasta maioria do povo brasileiro? Não. De acordo com pesquisa realizada por um instituto ligado ao PT, 99% do povo brasileiro é “homofóbico,” isto é, tem opiniões contrárias ao comportamento homossexual. Confira as matérias aqui:
Uma atriz, nos bastidores, chegou a dizer que “Gays são nojentos. A maioria deles tem AIDS.”
A opinião de Levy então expressa os sentimentos de uns 99% dos brasileiros. O que é pior então, a opinião de um pai e avô ou a atitude de homossexuais que enfiam o braço no ânus do parceiro ou lhe lambem o ânus? Desculpe-me o linguajar grosseiro, mas essas palavras, ainda que grossas, são limitadas para descrever a sujeira das relações homossexuais.
Até entendo Dilma e Aécio respeitarem mais essa sujeira do que a um pai e avô. Mas e Marina, que se diz evangélica? Qual foi a intenção dela ao se unir a Dilma e Aécio? Se ela quis mostrar que é igual a eles, conseguiu. Se ela quer estar na moda de agradar aos adeptos do sexo fecal, conseguiu. Se ela quer surfar só nas ondas politicamente corretas, conseguiu. Já é surfista PC.
Posso não concordar com 99% dos brasileiros que são, à sua própria maneira, contrários a um comportamento comprovadamente sujo e prejudicial à saúde. Mas respeito a opinião deles, muitos dos quais são pais, mães e avós. Por que a evangélica Marina não consegue respeitar as opiniões desses pais, mães e avós, mas consegue respeitar as elites globalistas que são hipersensíveis às questões homossexualistas?
Por que, no momento de escutar e entender um pai e avô, ela prefere se unir a Dilma e Aécio, que são guiados pelo príncipe deste mundo? Aliás, por que ela prefere surfar na onda desse príncipe das trevas?
É natural a escuridão de Dilma e Aécio, mas onde está a luz do Evangelho de Marina?
Todos unidos, prontos para fazer um linchamento midiático, social, legal e político de um avô católico, e tudo o que dona Marina consegue fazer é se unir aos opressores e perseguidores?
Por que Marina é igual aos outros, que desrespeitam um avô católico que fala sobre o homossexualismo exatamente do jeito que é?
Não conheço o histórico de Levy, mas a opinião dele, por mais desarticulada que seja, não é mais suja do que os comportamentos criticados por ele.
Leia agora a matéria da revista Veja:

Presidenciáveis reagem contra fala homofóbica de Fidelix 

Dilma Rousseff, Marina Silva e Aécio Neves repudiaram a declaração do nanico; PV pediu que Ministério Público abra inquérito para apurar crime

O candidato do PRTB à Presidência da República, Levy Fidelix, durante o intervalo do debate promovido pela Rede Record neste domingo (28), em São Paulo
A fala homofóbica de Levy Fidelix (PRTB) durante o debate na TV Record, neste domingo, provocou reações dos principais candidatos à Presidência da República. Nesta segunda, Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PSB) criticaram a fala do folclórico candidato do Aerotrem, que associou homossexualidade a pedofilia.
Durante agenda em São Bernardo do Campo (SP), Aécio Neves classificou a fala como lamentável. "Nosso repúdio absoluto àquelas declarações. E como já disse mais de uma vez, na minha avaliação, todo tipo de discriminação é crime. Homofobia também."
Em entrevista coletiva em São Paulo, Dilma usou o episódio para se posicionar a favor da criminalização da homofobia. "Eu já disse que sou contra a homofobia e acho que o Brasil atingiu um patamar de civilidade que não podemos conviver com processos de descriminalização que levem à violência. Eu acho que a homofobia tem de ser criminalizada", afirmou.
A candidata do PSB, Marina Silva, considerou "homofóbicas e inaceitáveis em quaisquer circunstâncias" as declarações de Levy Fidelix e disse que sua Rede Sustentabilidade avalia entrar com ação na Justiça contra o candidato. "Não aceitamos em hipótese alguma atitude que incita ao preconceito, desrespeito, violência contra comunidade LGBT ou qualquer que seja", disse.

O Partido Verde protocolou nesta segunda-feira uma representação contra Levy Fidelix. A representação, feita a pedido de Eduardo Jorge, candidato do partido à Presidência da sigla, pede que o MP abra um inquérito contra Fidelix para apurar desrespeito à dignidade humana.

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

PEDOFILIA É UMA DESGRAÇA PARA A FAMILIA BRASILEIRA

Lobby da pedofilia: está bem na sua porta

Thiago Cortês
Quem antes dizia que a agenda cultural da esquerda leva, inevitavelmente, à defesa de abominações como a zoofilia, necrofilia e a pedofilia, era considerado louco.
Isso só poderia ser paranóia de gente muito careta, certo? Errado!
Infelizmente, os piores temores são sempre passíveis de encontrar a realidade quando se trata de lobbys organizados da esquerda e sua fúria contra a família tradicional…
Em artigo intitulado “Pedofilofobia”, publicado na Folha de S. Paulo, no último dia 21, o filósofo Hélio Schwartsman questionou a decisão da Justiça que mandou recolher todos os exemplares da revista Vogue Kids.
A revista trazia fotos de adolescentes em poses sensuais. Schwartsman argumenta que a decisão judicial é “uma forma de censura”.
“A determinação judicial não constitui uma forma de censura? Ainda que se admita que as imagens sejam sensuais, isso configura um caso em que o Estado deveria ser acionado para passar por cima da autonomia das jovens modelos e de seus pais que autorizaram a participação na campanha?”
De saída, o que mais impressiona é o filósofo questionar se adolescentes em fotos sensuais realmente configura um caso que merece intervenção.
Mas ele se supera no parágrafo seguinte:
“Penso que a liminar viola o princípio da liberdade de expressão e que, mesmo que julguemos que a exposição das meninas em cenas insinuantes seja algo a evitar, o tipo de prejuízo psicológico com o qual estaríamos lidando aqui só é magnificado pela judicialização do caso.”
Quais prejuízos psicológicos podem sofrer meninas impedidas de serem exploradas em fotos sensuais para fins comerciais?
Schwartsman revela aqui sua boçal ética utilitarista: se uma menina, recém-saída da infância, se sentir bem em ter seu corpo exposto de forma sensual, então, tudo bem.
Em seguida, de forma surpreendente, o filósofo reclama:
“Por que, então, tanta gente apoia as investidas de promotores contra tudo o que aproxime crianças de sexo?”.
A resposta dele é que somos histéricos e temos sensibilidades “superaguçadas”:
Será que para Hélio Schwartsman os que se preocupam com a proteção da integridade física e moral de crianças e adolescentes são todos tirânicos ?
Os que se e se inflamam diante de casos de abuso sexual de menores são histéricos?
Julio Severo já havia desmascarado o utilitarismo do filósofo quando o mesmo defendeu o aborto (com base em dados suspeitos, como de hábito no Brasil).
Schwartsman não fez uma defesa da pedofilia. Mas abriu um precedente perigoso. Foi o primeiro articulista, em um jornal de prestígio, a instrumentalizar o discurso em defesa da liberdade para relativizar a preocupação da sociedade em combater a pedofilia.

Lobby da pedofilia ganha força na Europa e nos EUA

Se o filósofo brasileiro não defendeu a pedofilia, outros intelectuais (estrangeiros) já o fizeram de forma bastante clara. Gente que influencia a (mimética) intelectualidade tupiniquim.
O biólogo e ateu militante Richard Dawkins declarou, no ano passado, que a “leve pedofilia” não é algo tão condenável assim. Ele usou como exemplo seu próprio caso na infância, quando um professor o teria colocado no colo e depois metido as mãos dentro de seu short.
Segundo o biólogo, o professor teria feito isso com vários alunos, mas não acha que nenhum deles sofreu algum tipo de dano permanente. Tampouco acha que pode julgá-lo com base nos critérios e valores de hoje, já que isso ocorreu há décadas atrás.
Quer dizer, não importa se as vítimas de pedofilia sofrem até hoje. Não podemos julgar os pedófilos do passado com os “padrões da nossa época”.
Em 2012 o The Guardian (publicação inglesa de esquerda) trouxe um artigo de Jon Henley, intitulado “Pedofilia: trazendo os desejos da escuridão para a luz”. No famigerado artigo, o autor diz com todas as letras:
“Mas há uma convicção crescente, nomeadamente no Canadá, de que a pedofilia deveria ser classificada como uma orientação sexual diferente, como a heterossexualidade ou homossexualidade.”
Mesmo os leitores do Guardian, gente de esquerda, ultrajados, se manifestaram em cartas contra o artigo. Mas o jornal jamais se desculpou.
Não são apenas opiniões dispersas, aqui e ali, de forma desconexa.
A Associação de Psicologia Americana (APA), em recente edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais, classificou a pedofilia como “orientação ou preferência sexual” em vez de desordem.
Conservadores denunciaram que a APA está “sob pressão dos ativistas da pedofilia”, e por isso, declararam que o desejo de sexo com crianças é também uma “orientação”. O vizinho que quer transar com a filha do vizinho é só um cara diferente.
Sim, agora progressistas de todo o mundo querem que a pedofilia seja considerada penas uma “orientação sexual diferente”. O pedófilo é apenas um “cara extravagante”.
“O escritor Alexandre Borges, diretor do Instituto Liberal, já havia denunciado a estratégia, em passo-a-passo” dos defensores da pedofilia pode ser resumida assim:
* Criar um eufemismo ou um novo nome para a pedofilia, abandonando o termo desgastado. Estão tentando emplacar algo como “amor intergeracional”.
* Tirar toda a responsabilidade individual do pedófilo: “ah, ele não tem culpa de se sentir atraído por crianças.”
* Fabricar estudos embusteiros e falsos para convencer a comunidade acadêmica e os formadores de opinião que é algo relativamente comum, que há farto material comprovando que a pedofilia é uma característica humana e que só é condenada pelo moralismo irracional burguês e cristão.
* A imprensa começa a abordar o assunto “sem preconceitos”, entrevistando os defensores do assunto na academia apenas para “abrir a discussão”.
* Filmes e novelas começam também a abordar o assunto “sem moralismos” e “humanizando” os pedófilos.
* O movimento ganha as ruas e é considerado uma forma de resistência contra a discriminação.
Alexandre Borges e Olavo de Carvalho foram os primeiros a alertar os brasileiros sobre a próxima etapa da campanha da esquerda pela destruição da família.
Olavo foi ridicularizado ou pouca atenção se deu ao resumo de Borges. Mas eis que estamos às portas de uma nova era de lobbys organizados. A primeira foi a dos movimentos LGBT.
Tudo isso ocorre primeiro na academia, depois na imprensa, até se torna lobby político.
Enquanto isso, os cristãos dão apoio a grupos políticos de esquerda que são receptores de todo esse tipo de demanda oriunda de lobbys organizados.
Muito se falou contra o preconceito aos que têm “preferências sexuais diferentes”. Esse discurso abre as portas para legitimização de todas as práticas sexuais.
O lobby da pedofilia é a próxima etapa.
A preferência por partidos de esquerda dentro das igrejas custará muito caro para as famílias brasileiras. Todos os que contribuem com o fortalecimento de grupos políticos alinhados aos lobbys do sexo alternativo são responsáveis pelo que virá a seguir.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

A OEA PRECISA DEFENDER OS DIREITOS DA FAMILIA E DOS CRISTÃOS

A OEA PRECISA DEFENDER OS DIREITOS DA FAMILIA E DOS CRISTÃOS
The OEA MUST DEFEND THE RIGHTS OF THE FAMILY AND CHRISTIAN

No primeiro semestre, tive a oportunidade de participar da Assembleia Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA). Foi uma experiência e tanto!
Lá pude ver de perto como trabalham os lobbies abortista e LGBT junto aos representantes de cada país para imporem privilégios. Fazem pressão, ameaçam, não aceitam divergência!
Porém, felizmente grupos pró-família e pró-vida de toda a América Latina se organizaram dessa vez e conseguiram frear várias ações dos defensores da Cultura da Morte. Foi impressionante!
Agora, eles estão trabalhando para que no próximo ano, durante a próxima Assembleia Geral, seja eleito um Secretário Geral que defenda os privilégios que esses grupos pretendem ter. Além disso, haverá também a escolha de novos quatro postos para a Comissão de Direitos Humanos, os quais são fundamentais para as diretrizes a serem determinadas pela OEA para todos os países da América.  
Como as negociações para a escolha desses novos postos já estão acontecendo, temos de pressionar os representantes do governo brasileiro na OEA para que sugiram nomes de pessoas que defenderão a Cultura da Vida, e não a Cultura da Morte!
Por favor, assine a petição para enviar ao Ministro de Relações Exteriores um e-mail com o pedido de proteção da vida e da família:

In the first half, had the opportunity to attend the Organization of American States (OEA) General Assembly. It was quite an experience! 
There I see firsthand how they work the LGBT and abortion lobbies together with representatives from each country to impose privileges. Make pressure, threaten not accept divergence! 
But fortunately pro-family and pro-life groups throughout Latin America have organized this time and managed to stop several actions of the defenders of Culture of Death. It was awesome! 
Now, they are working for that next year, during the next General Assembly, be elected a Secretary General to defend the privileges that these groups claim to have. In addition, there will also be a choice of four new stations to the Commission on Human Rights, which are essential for the guidelines to be determined by the OEA to all the countries of America. 
As negotiations for the choice of these new jobs are already happening, we need to pressure the Brazilian government representatives in OEA to suggest names of people who will defend the Culture of Life, not the Culture of Death! 

Please sign the petition to send to the Minister of Foreign Affairs an email with the request for protection of life and family:
http://www.citizengo.org/pt-pt/11480-que-os-nossos-representantes-na-oea-respeitem-vida-familia-e-liberdade-religiosa
Tenho plena consciência de que o nosso governo tem trabalhado sistematicamente para atacar a vida e a família. Porém, isso não é motivo para permanecermos em silêncio!
Precisamos manter sempre uma postura firme perante as investidas dos que querem transformar a vida humana em algo descartável, ainda que saibamos que estamos lutando contra um gigante.
Por isso, Washington, peço que você assine e compartilhe esta petição com os seus familiares e amigos.
As decisões tomadas na OEA têm consequências em todos os Estados Membros e sabemos que as orientações do Brasil nesse organismo têm um peso muito grande. Façamos a nossa parte! Você não levará nem 2 minutos para assinar a petição:

I am well aware that our government has worked to systematically attack the life and family. But that is no reason to remain silent! 
We need always maintain a firm stance against the attacks of those who want to transform human life into something disposable, even though we know we're fighting a giant. 
Therefore, Washington, I ask you to sign this petition and share with your family and friends. 

Decisions taken at the OEA have consequences in all Member States and we know that the guidelines of Brazil in this organism have great weight. Let us do our part! You do not even take two minutes to sign the petition:
http://www.citizengo.org/pt-pt/11480-que-os-nossos-representantes-na-oea-respeitem-vida-familia-e-liberdade-religiosa
Eu tive a oportunidade de presenciar algo muito interessante: quando os pró-vida e pró-família se articulam e agem de modo coordenado, os resultados são positivos. As coisas só chegaram a tal ponto porque temos permanecido calados e desarticulados, enquanto os lobbies abortista e LGBT trabalham dia e noite, sistematicamente, para avançar sua agenda.
Por favor, não deixe de colaborar com essa campanha!
Desde já agradeço sua atenção e seu apoio.
Um forte abraço!

Guilherme Ferreira e toda a equipe de CitizenGO 

I had the opportunity to witness something very interesting: when the pro-life and pro-family articulate and act in a coordinated manner, the results are positive. Things only got to this point because we have remained silent and inarticulate, while abortion and LGBT lobbying work day and night, systematically, to advance their agenda. 
Please be sure to collaborate with this campaign! 
I thank your attention and your support. 
A big hug! 

Guilherme Ferreira and the entire staff of the CitizenGO: