domingo, 4 de junho de 2017

Projeto pró-islã recebe R$ 7 milhões via Lei Rouanet

EVANGELICOS NUNCA RECEBERAM VERBA nem mesmo para ajudar nas Casas de Recuperação de drogados, alcoolatras, mendigos, creches, asilos e orfanatos. Na verdade quem sustenta tudo isso são dízimos, ofertas, doação de alimentos e outras feitas por  membros das igrejas e familiares dos internos.

115 mil cartilhas muçulmanas serão distribuídas para difundir “O que o mundo islâmico fez por nós”


Entre as constantes discussões sobre os abusos da Lei Rouanet, grande trunfo do Ministério da Cultura (MinC) nos governos do Partido dos Trabalhadores, o foco parece recair sempre nos artistas globais. Alguns deles receberam milhões de reais em forma de renúncia fiscal para produzirem seus espetáculos, que ainda assim cobram ingressos caros.

Em meio ao escrutínio público que vem sendo feito após a posse do novo governo, está sendo proposta uma CPI na Câmara dos Deputados para se investigar os excessos. Até o momento não foi divulgado se no novo MinC irá revisar todas as concessões futuras, como tem sido especulado.

Alguns desses projetos, aprovados pelo governo Dilma Rousseff, chamam atenção por terem clara formatação ideológica. Por exemplo, foi captado via Lei Rouanet um total de R$ 7.095.007,39 para a organização da exposição “1001 Invenções: descobrindo o duradouro legado da civilização muçulmana”.

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A exposição, idealizada por uma organização da Inglaterra, será apresentada em São Paulo no ano que vem, por um período de três meses. No próximo encontro da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), entre 7 a 9 de junho, ele precisa receber a aprovação final.

A justificativa do projeto, idealizado por Ahmed Salim, um jordaniano radicado em Londres, tem “a finalidade de descortinar esse passado (muçulmano) encoberto pelos acontecimentos atuais e pelo próprio modo como foi contada a história ocidental.” Entre as várias facetas da exposição está a exibição do documentário: “O que o mundo islâmico fez por nós”.

Na documentação apresentada, afirma-se que “o projeto contribuirá para a área pelo seu caráter histórico, artístico e educativo de notória importância”. Embora em momento nenhum apareça a palavra religião, não faz distinção entre a cultura do povo árabe (étnico) e os muçulmanos (seguidores de Maomé). Ou seja, para seus criadores, uma coisa está intrinsicamente ligada à outra.

A mostra prevê a entrega de 115 mil cartilhas para os estudantes de 7 a 17 anos que visitarem o local. Inclui ainda verba para campanhas educativas com as escolas da cidade, visando “despertar o interesse do público, em especial os estudantes a respeito do tema central proposto”.

Estranhamente, nos últimos anos, por causa de suas convicções ideológicas, os partidos alinhados com a esquerda vinham enfatizando constantemente a necessidade do Brasil se afirmar como um Estado laico.

Essa separação entre Estado e religião, impediria que fosse repassada verba pública para a promoção de um determinado credo. Pelo histórico recente do PT, isso só vale quando se trata de cristianismo, pois durante vários anos o governo federal patrocinou eventos para a promoção das religiões afro-brasileiras através do Ministério da Cultura e da Fundação Palmares.

A subvenção da religião, é bom lembrar, é proibida pelo artigo 19 da Constituição Federal. Com informações de Ilisp

Pastor é assassinado na porta de igreja

 Pastor é assassinado na porta de igreja no município de São Pedro do Suaçuí, no Vale do Rio Doce

Fonte: http://aconteceunovale.com.br
Um pastor evangélico foi assassinado nessa terça-feira, 9 de maio, na porta de uma igreja no Aglomerado Capitinga, município de São Pedro do Suaçuí, no Vale do Rio Doce. Relatos de testemunhas dão conta de que a vítima, identificada como Rodrigo Resende, realizava um culto na Assembleia de Deus Bonsucesso, quando teria saído para ajudar dois rapazes a pegar um tacho com alimento para servir aos fieis.
Ao sair na porta do templo religioso, o pastor foi alvejado por um disparo de arma de fogo, possivelmente de calibre 12, e morreu no local. Testemunhas afirmaram também que o suspeito do crime estava em um barranco em frente à igreja.
Após a prática do crime, o autor evadiu do local com um comparsa. A Polícia Militar foi acionada e iniciou rastreamentos com intuito de localizar e prender os criminosos. O Aconteceu no Vale ainda não conseguiu informações junto à corporação sobre o andamento das buscas.
A Perícia Técnica da Polícia Civil compareceu a igreja e após os trabalhos de praxe, o corpo do pastor foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) em Governador Valadares para realização de necropsia.
O crime bárbaro, presenciado por familiares do pastor, será investigado pela Polícia Civil. O assassinato de Rodrigo Resende causou grande comoção entre moradores do município de São Pedro do Suaçuí e de cidades circunvizinhas.

Rodrigo era responsável pela filial da AD Bonsucesso em Capitinga (Foto: Reprodução)

Estado Islâmico faz mais 400 vítimas em Palmira na Síria

Estado Islámico decapita en Palmira a 400 personas, en su mayoría niños, mujeres y ancianos, ante la pasividad internacional




El primer ministro sirio, Wael al Halqi, responsabilizó de la masacre a los “países que apoyan el terrorismo material y militarmente, principalmente a Arabia Saudita, Qatar y Turquía, así como a algunos países occidentales”.
Desde el pasado día 13 de mayo, los yihadistas han tomado amplias partes de Siria.
Pero la comunidad internacional, cruzada de brazos ante semejantes salvajadas.
El grupo terrorista Estado Islámico (EI) ha decapitado a unas 400 personas, en su mayoría niños, mujeres y ancianos, en la ciudad siria de Palmira desde que tomó su control el pasado miércoles, según informó la televisión oficial siria, que citó a fuentes locales. Las víctimas fueron asesinadas debido a «su lealtad al Gobierno sirio y su desobediencia al EI», según el canal estatal, que agregó que «estos crímenes se están perpetrando ante el vergonzoso silencio de la comunidad internacional».
Palmira lleva dominada por los yihadistas desde el pasado viernes. Y desde el pasado día 13 de mayo, los yihadistas han tomado amplias partes de Siria, como el este de Homs, las poblaciones de Al Sujna, Al Ameriya, Palmira, Sauana y Jinifis, y los campos de gas de Al Arak y Al Hil.
«Los terroristas han matado a más de 400 personas y mutilado después sus cuerpos con el pretexto de que se negaban a acatar sus órdenes», aseguraba la agencia estatal de noticias Sana, citando testimonios sobre asesinatos de decenas de funcionarios y de sus familias de varios vecinos, que describían un paisaje de cadáveres abandonados en las calles de Palmira.
El primer ministro sirio, Wael al Halqi, condenó la «horrible masacre» perpetrada por el EI y responsabilizó de ella a los «países que apoyan el terrorismo material y militarmente, principalmente a Arabia Saudita, Qatar y Turquía, así como a algunos países occidentales», añadió la televisión oficial.
Por ello, Al Halqi llamó a la comunidad internacional y a las organizaciones humanitarias a que presionen a «estos Gobiernos que apoyan el terrorismo».
Recordemos que el Estado Islámico proclamó un califato en partes del territorio sirio y del iraquí a finales de junio de 2014. Y también opera en Libia. Y allí donde se hace con el poder, procede a masacrar a la población que no se convierte al Islam, con ejemplos como el que abre esta noticia. Y todo ello ante la pasividad internacional, sobre todo de Occidente.
Como dice el Papa Francisco, es lícito parar al agresor injusto. Más claro, agua…
José Ángel Gutiérrez
joseangel@hispanidad.com