quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Estado islâmico divulga vídeo para mostrar decapitação de cristãos

Estado islâmico divulga vídeo para mostrar decapitação de cristãos
Legenda em vídeo faz ameaças às minorias religiosas.
por Michael Caceres



O grupo radical Estado Islâmico tem levado terror às minorias religiosas ao promover o que chama de “limpeza religiosa”, forçando milhões de pessoas a deixarem suas casas e matando outras milhares, principalmente cristãos.
Neste domingo (15) o grupo radical, braço da Al-Qaeda dirigido por Abu Bakr al-Bagdadi que atua principalmente no Iraque e Síria, divulgou um vídeo em que decapitou 21 egípcios cristãos sequestrados na Líbia aparecem sendo decapitados.
O vídeo divulgado em uma conta do Twitter de um site que apoia o Estado Islâmico, mostra militantes de preto com os prisioneiros, vestidos com macacões laranjas, em uma praia. Os prisioneiros foram forçados a se ajoelharem e em seguida foram decapitados.
Milhares de cristãos egípcios tem viajado a vizinha Líbia em busca de emprego, mas o país pode ser extremamente hostil aos visitantes, pois faz parte das localidades de atuação dos grupos radicais islâmicos.
Na legenda do vídeo divulgado pelo Estado Islâmico o grupo faz uma ameaça: “O povo da cruz, os seguidores da igreja egípcia hostil.”
A Organização das Nações Unidas (ONU) tem denunciado as barbáries cometidas pelo grupo radical e solicitado uma ação imediata para conter o avanço do grupo que atua principalmente no Iraque e na Síria e é responsável por sequestro, abuso sexual, tortura e assassinato de minorias religiosas, mulheres e crianças.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

MPDFT & Jean Wyllys: um caso de amor?


Será que estamos diante de um caso clássico de aparelhamento de um órgão público por um lobby político organizado, neste caso o lobby LGBT?

Thiago Cortês
O que aconteceria se um órgão público que deveria primar pela imparcialidade decidisse assumir o ônus de uma ação que ganhou forte repercussão negativa apenas para poupar a imagem de um deputado conservador/cristão/oposicionista? 
Pois é no mínimo “curioso” o relacionamento entre o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). 
Mas antes de ingressar nos labirintos tortuosos desta relação (de amor?) entre o MPDFT e Jean Wyllys, vamos recapitular alguns fatos do primeiro mês deste ano promissor.
No dia 22 de janeiro, na Sociedade de Estudos Bíblicos Interdisciplinares, na cidade de Taguatinga, no Distrito Federal, acontecia o curso “Homossexualismo: ajudando, biblicamente, a prevenir e tratar aqueles que desejam voltar ao padrão de Deus para sua sexualidade”, voltado exclusivamente para lideranças evangélicas.
Por volta das 21h30, os palestrantes Airton Williams e Claudemir Ferreira Soares foram notificados a comparecer ao Ministério Público do Distrito Federal e Territórios para prestar esclarecimentos sobre o curso. O MPDFT recebeu “denúncias” contra o curso que supostamente oferecia tratamento aos homossexuais — o que se revelou uma mentira.
O caso ganhou repercussão nacional. E o paladino das minorias, excelentíssimo deputado Jean Wyllys, reclamou para si o papel de protagonista deste ataque à liberdade religiosa.
Dias antes da realização do curso, em 21 de janeiro, Jean Wyllys trombeteou em sua fanpage  que acionaria vários órgãos, incluindo o Ministério Público, contra o referido evento. Jean Wyllys citou nominalmente o MPDFT e disse que o órgão “tinha que se posicionar”.
E justamente no dia 22, quando os palestrantes Airton Williams e Claudemiro Soares foram notificados para prestar esclarecimentos, Jean Wyllys publicou no site IG sua coluna “Não há limites para o charlatanismo!”, assumindo a autoria de uma das denúncias contra o curso.
E mais: um dia após os palestrantes terem sido notificados, em 23 de janeiro, Jean Wyllys usou sua fanpage para se auto-parabenizar pelo “fechamento” do curso voltado para pastores no Distrito Federal. Ele comemorou o fato e elogiou a presteza do MPDFT.

Repercussão negativa e mudança de discurso

Contudo, após a fortíssima repercussão negativa que o caso tomou a nível nacional — especialmente quando Jean Wyllys creditou o “fechamento” do curso à sua intervenção junto ao MPDFT — os discursos mudaram radicalmente.
Em nota enviada ao site Gospel Prime, o MPDFT pediu uma “errata” para um texto de minha autoria, “A pedido de Jean Wyllys, MP interrompe curso para pastores sobre temática gay”, no qual eu simplesmente reproduzi as afirmações do próprio Jean Wyllys.
Para a minha surpresa, o MPDFT contradisse o deputado federal. O órgão afirmou que NÃO agiu a pedido do parlamentar na polêmica do curso sobre temática gay. E que, ao contrário do que Jean Wyllys postou sem sua fanpage (quando comemorou em “fechamento” do curso), não “houve ordem ou recomendação de interrupção do referido curso”:
O MPDFT recebeu duas representações relacionadas ao curso, sendo uma anônima, oriunda da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos (Disque 100), e outra enviada pelo CREAS da Diversidade da SEDEST/GDF. Ambas solicitavam o esclarecimento do tratamento oferecido no curso e eventual ação do Ministério Público para a sua interrupção.
Não foi o que declarou, em diferentes ocasiões, o deputado Jean Wyllys.

Assumiu o prejuízo?

Fica a pergunta: será que depois de toda a repercussão negativa que a interrupção do curso ganhou, especialmente entre os cristãos, o MPDFT quis livrar a barra de Jean Wyllys?
Será que o órgão agiu de forma deliberadamente política, primeiro acatando os caprichos do deputado e depois — quando a coisa ficou começou a ficar muito feia — declarando que o parlamentar não tinha ligação alguma com o episódio?
É importante frisar que antes que pipocassem críticas negativas contra a absurda intervenção do Estado no evento, Jean Wyllys fez questão de assumir a autoria de uma das denúncias e ainda comemorou o “fechamento do curso”, nas palavras do próprio deputado.
E, coincidentemente ou não, o MPDFT só veio a público dizer que agiu sozinho depois que Wyllys se viu na condição de alvo das críticas em sua própria fanpage. Daí tudo mudou!
Será que estamos diante de um caso clássico de aparelhamento de um órgão público por um lobby político organizado, neste caso o lobby LGBT?

Thiago Cortês escreve no blog Descortês 

Governo Obama (EUA) alimentou os mulçumanos e Al-Qaeda com armas.

Generais concluem que Obama apoiou a al-Qaeda

Investigação de especialistas militares descobre que os EUA ‘mudaram de lado’ na guerra contra o terrorismo

Jerome R. Corsi
Comentário de Julio Severo: Para resumir, o artigo que publico hoje, traduzido gentilmente por Dionei Vieira, trata do ataque à embaixada dos EUA em Benghazi, na Líbia. O artigo, com dados de fontes militares dos EUA, revela que a embaixada era um ponto de contrabando de armas para os terroristas da al-Qaeda. As armas iam também para os terroristas muçulmanos que querem derrubar Assad na Síria. Esses terroristas estão estuprando, torturando e matando cristãos ali. Qual é a razão do governo dos EUA se envolver em papel tão infame, colocando a vida de cristãos diretamente em perigo? É uma boa pergunta.
NOVA IORQUE, EUA — O governo Obama e o Departamento de Estado, sob a gestão da Secretária de Estado Hillary Clinton, "mudaram de lado na guerra contra o terrorismo" em 2011 através da implementação de uma política para facilitar a entrega de armas para os militantes rebeldes, dominados pela al-Qaeda, na Líbia, que estavam buscando derrubar Muamar Kadafi do poder, concluiu a Comissão dos Cidadãos sobre Benghazi (CCB) em seu relatório provisório.
Em entrevistas ao site WND, vários membros da comissão têm revelado a sua constatação de que a missão de Christopher Stevens, antes da queda de Kadafi e durante o tempo em que Stevens atuava como embaixador dos EUA, era de gerenciar um programa secreto de contrabando de armas operado fora do complexo de Benghazi.
O Projeto de contrabando de armas do governo Obama na Líbia, bem como o programa "velozes e furiosos" sob o comando do Departamento de Justiça de Eric Holder, operaram sem obter ou buscar a autorização do Congresso.
O site WND noticiou na segunda-feira que, em entrevistas exclusivas realizadas com 11 dos 17 membros da comissão, estava claro que enquanto o CCB ainda está entusiasmado para trabalhar com o republicano Trey Gowdy, presidente do Comitê Seleto da Casa sobre Benghazi, e esperançoso de que Boehner estivesse sério sobre o inquérito, vários membros da CCB, falando em seu próprio nome e não como porta-vozes da comissão, estão expressando preocupações, querendo garantir que a investigação Gowdy não seja comprometida por elementos de dentro do Partido Republicano.
O relatório provisório sobre Benghazi da Comissão dos Cidadãos, em um parágrafo intitulado "Mudando de Lado na Guerra contra o Terrorismo", alega que "os EUA estavam totalmente cientes e facilitaram a entrega de armas para as milícias rebeldes dominadas pela al-Qaeda, durante toda a rebelião de 2011".
O relatório afirmou que a agenda jihadista da AQIM, o Grupo de Combate Islâmico da Líbia e outros grupos terroristas islâmicos representados entre as forças rebeldes eram bem conhecidos das autoridades norte-americanas responsáveis pela política na Líbia.
"Os rebeldes não faziam segredo de sua filiação à al-Qaeda, abertamente operavam aeronaves e falavam em frente da bandeira negra da Jihad Islâmica, de acordo com o autor John Rosenthal e várias reportagens dos meios de comunicação", disse o relatório provisório. "No entanto, a Casa Branca e altos membros do Congresso, deliberada e conscientemente, seguiram uma política de apoio material às organizações terroristas, a fim de derrubarem um governante que vinha trabalhando em estreita colaboração com o Ocidente ativamente para suprimir a al-Qaeda".
O relatório concluiu: "O resultado na Líbia, em grande parte da África do Norte e outros lugares, tem sido o caos total, com a interrupção da indústria de petróleo na Líbia, a proliferação de armas perigosas (incluindo mísseis terra-ar) e dando poder para organizações jihadistas tais como a al-Qaeda e a Irmandade Muçulmana".

Christopher Stevens: ‘o primeiro enviado dos EUA para a Al-Qaeda’

Nas entrevistas ao site WND, vários membros da comissão dos cidadãos, falando por si mesmos, e não pela comissão, acrescentaram um importante segundo plano para a conclusão do relatório provisório.
"No início de 2011, antes de Kadafi ser deposto, Christopher Stevens chegou a Benghazi em um navio de carga e seu título na época era ‘enviado para os rebeldes da Líbia’, que significa, basicamente, Christopher Stevens foi o primeiro embaixador especial dos Estados Unidos para a al-Qaeda", explicou Clare Lopez, membro da comissão que trabalhou como oficial de operações de carreira na CIA e atualmente é vice-presidente de pesquisa do Centro para a Política de Segurança com sede em Washington.
"Naquele tempo, Stevens estava facilitando a entrega de armas à milícia que estava ligadas à al-Qaeda na Líbia", continuou Lopez. "As armas foram produzidas em fábricas na Europa Oriental e enviadas para um centro de logística no Qatar. As armas foram financiadas pelos Emirados Árabes Unidos e entregues via Qatar, principalmente por navios, com algumas das entregas feitas possivelmente por aviões para Benghazi. As armas eram de pequeno calibre, incluindo fuzis Kalashnikov, lança-granadas e muita munição".
Lopez explicou ainda que, durante o período de tempo em que Stevens estava facilitando a entrega de armas para a milícia filiada à al-Qaeda, na Líbia, ele estava morando nas instalações que mais tarde foram designadas como o Complexo de Missão Especial em Benghazi.
"Isso era sobre armas que estavam indo para a Líbia, e Stevens estava coordenando com Abdelhakim Belhadj, o líder do Grupo de Combate Islâmico Líbio, com outros líderes da milícia filiados à al-Qaeda e com líderes da Irmandade Muçulmana da Líbia que dirigiam a rebelião contra Kadafi como um desdobramento da Irmandade Muçulmana egípcia", disse Lopez. "Muitos dos membros individuais das milícias ligados à al-Qaeda, incluindo o LIFG e os grupos que mais tarde se tornariam o Ansar Al-Sharia, eram membros da Irmandade Muçulmana primeiramente".
De acordo com o relatório provisório, conforme detalhado por Lopez, uma delegação dos Emirados Árabes Unidos viajou para a Líbia após a queda de Kadafi para recolher o pagamento das armas que os Emirados Árabes Unidos tinham financiado e que o Qatar tinha entregue ao TNC líbio durante a guerra.
"A delegação dos Emirados Árabes Unidos estava buscando US$ 1 bilhão que alegavam que lhes era devido", observou o relatório provisório. "Durante a sua visita a Trípoli, os funcionários dos Emirados Árabes Unidos descobriram que metade do valor de US$ 1 bilhão em armas que tinham financiado para os rebeldes tinham, de fato, sido desviados por Mustafa Abdul Jalil, o chefe da Irmandade Muçulmana do TNC líbio e vendidos a Kadafi".
De acordo com informações colhidas durante a visita aos Emirados Árabes Unidos a Trípoli, quando Jalil entendeu que o Major General Abdel Fatah Younis, ex-ministro do interior de Kadafi antes de desertar para as forças rebeldes ao final de fevereiro 2011, havia descoberto sobre o desvio de armas e os US$ 500 milhões de pagamento de Kadafi, Jalil então ordenou a Abu Salim Abu Khattala, líder da brigada Abu Obeida Bin al-Jarrah, que matasse a Younis.
"Abu Khattala, mais tarde identificado como um comandante da Ansar al-Shariah que participou do 11 de setembro de 2012 na missão de ataque aos EUA em Benghazi, aceitou as ordens e comandou o assassinato do general Younis em julho de 2011", observou o relatório provisório.
Abu Khattala está preso em Nova Iorque, onde aguarda julgamento em um processo secreto do Departamento de Justiça, depois que membros das Operações Especiais da Força Delta dos EUA o capturaram no fim de semana de 14-15 de junho de 2014, em uma missão secreta na Líbia. A brigada de Abu Khattala foi incorporada pela Ansar al-Shariah, em 2012, e ele foi positivamente identificado pelo FBI em uma foto de um telefone celular na cena da missão de ataque aos EUA em Benghazi.
A linguagem do relatório provisório deixou claro porque a sequência de eventos é importante.
"A importância fundamental deste episódio é a demonstração de uma relação militar na cadeia de comando entre a liderança da Irmandade Muçulmana do TNC líbio e da milícia filiada à al-Qaeda (Ansar al-Shariah), que foi nomeada como a responsável pela missão de ataque aos EUA em Benghazi", concluiu o relatório provisório.
"O que temos aqui é a liderança da Irmandade Muçulmana da revolução dando a ordem de matar para uma milícia muçulmana afiliada a al-Qaeda, que, em seguida, a executou", resumiu Lopez. "Este vínculo da cadeia de comando é importante, mesmo que ainda não tenha recebido a devida atenção da mídia”.

Um grande momento ‘oh não’

"Depois de Kadafi ser deposto e Stevens ser nomeado embaixador dos EUA na Líbia, o fluxo das armas reverteu", observou Lopez. "Agora Stevens tem a função de supervisionar o carregamento de armas da Líbia para a Síria para armar os rebeldes que lutam contra Assad, alguns dos quais finalmente se tornaram a al-Nusra na Síria e outros se tornaram o ISIS”.
Lopez distinguiu que "a al-Nusra na Síria ainda afirma lealdade a al-Qaeda, enquanto que o ISIS rompeu com a al-Qaeda, não porque o ISIS seja muito violento, mas por insubordinação, depois que Abu Bakr Al-Baghdadi, líder do ISIS, quis operar seu próprio show dentro da Síria, bem como no Iraque e assim desobedecendo às ordens do líder da al-Qaeda, Ayman al-Zawahiri".
Ela observou que, nesse período de tempo, após a queda de Kadafi e antes de 11 de setembro de 2012, no ataque ao complexo de Benghazi, Stevens estava trabalhando com a Turquia para enviar armas para fora da Líbia com destino à Síria para o uso dos rebeldes que lutam contra Assad.
De acordo com os autores do livro best-seller "13 Horas", em 11 de setembro de 2012, antes do início do ataque ao complexo de Benghazi, Stevens teve um jantar com o cônsul geral turco Ali Sait Akin. Stevens teria escoltado o diplomata turco para fora do portão principal do complexo de Benghazi para dizer adeus a Akin por volta das 19:40, hora local, antes de voltar para a ‘Villa C’ para ir dormir.
Kevin Shipp, especialista em contraespionagem que trabalhava na CIA no sétimo andar em Langley como parte do pessoal de proteção ao então diretor da CIA, William Casey, novamente falando por si mesmo em sua entrevista ao site WND, concordou com Lopez de que a operação de contrabando de armas gerenciada por Stevens é um segredo da Casa Branca de Obama e do Departamento de Estado de Hillary Clinton que tem procurado suprimi-lo do público.
"A parte chocante, talvez até mesmo uma violação do direito internacional com qual o governo Obama tem estado aterrorizado que seja revelada plenamente, é que Stevens, em suas ações, como parte de seus deveres como um funcionário do Departamento de Estado, estava ajudando no transporte de armas primeiro para a Líbia e então para a milícia filiada à al-Qaeda, com as armas sendo enviadas posteriormente para fora da Líbia com destino à Síria para o uso dos rebeldes filiados a al-Qaeda que combatem Assad", disse Shipp ao site WND.
"Muito possivelmente, essas atividades de contrabando de armas podem ser vistas até mesmo como crimes de traição", disse ele.
Shipp assinalou ainda que nas operações de contrabando de armas em que a CIA quer negar sua atuação, a CIA geralmente envolve terceiros.
"A forma como a CIA opera é através de um ‘intermediário’, em que você pega o Qatar para fazer o transporte das armas e você facilita o transporte. Portanto, agora a culpa é dos terceiros", explicou.
"O Qatar provavelmente teria sido capaz de conseguir isso sem qualquer atribuição para a CIA se o ataque ao complexo de Benghazi não tivesse acontecido. O ataque basicamente lançou luz sobre esta operação que a Casa Branca, do Departamento de Estado e da CIA estavam tentando manter em segredo", disse ele.

"O ataque em Benghazi foi um grande momento de choque de algo que deu muito errado.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

IGREJA PERSEGUIDA EM PLENO SÉCULO XXI - Só revela que o mundo continua podre e em nada mudou.

Você gosta de produtos da China? pois é, os chineses vendem para os cristãos de todo o mundo mas prendem, torturam e matam missionários e pregadores chineses e não aceita que cristãos adentrem em seu pais e abram igrejas.
Inadmissível que a gente sustente o comunismo que mata, tortura, estupra e prende cristãos na China.

Chineses não podem desmentir essa verdade. Visite o link abaixo:










Jornalistas estão proibidos de entrar na China para não denunciar essas atrocidades:


Na verdade, toda a mídia chinesa vive sob o toque de recolher. Só fala o que o governo quer e nada mais. 

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Muitos cristãos estão sendo perseguidos pelas leis de seu país que lhes tiram a liberdade de expressão e se calam enquanto outros pagam com a vida. Sejam crianças de colo, adolescentes, jovens, adultos ou idosos.

Muitos são apanham até desfalecer e depois de caidos, seus algozes cortam galhos secos e depositam sobre eles e ateiam fogo ainda vivos.

Crianças são decapitadas ou enterradas vivas enquanto que as adolescentes e jovens são vendidas para alimentar os criminosos religiosos fanáticos e as mulheres ficam como escravas sexuais.

Homens são arrastados por cavalos ou camionetes pelas ruas; outros são enterrados sobre formigueiros, ou crucificados, enforcados, fuzilados ou decapitados.

Na igreja primitiva o espetáculos era complexo e aterrorizante tal qual hoje. Os então "juizes" do povo de Deus, adoravam vê-los sendo atacados por leões nas arenas, mães correndo tentando dar a vida para proteger seus pequeninos da fúria dos animais famintos, mas era tudo em vão. 






Muitos era emergidos em barris de azeite e após pendura-los por uma corda, ateavam fogo sobre eles.

Outros jogados aos tubarões. 

Os algozes eram criativos na questão de todo tipo de tortura.

Trilhavam com trilhos de ferro, eram guilhotinados e tal qual são nos dias atuais ainda tudo acontece dessa vez com métodos modernos.


Milhares de inocentes perderam suas vidas e o mundo assiste tudo de braços cruzados.

PORTAS ABERTAS PARTICIPA DE COMISSÃO QUE CONSIENTIZA SOBRE PERSEGUIÇÃO AOS CRISTÃOS EM TODO MUNDO

Portas Abertas participa de comissão que conscientiza sobre a perseguição
INTERNACIONAL


O caso de Asia Bibi foi apenas um dos citados no lançamento da Comissão de Liberdade Religiosa (RLC, sigla em inglês), no dia 4 de fevereiro, em Londres, que tem o objetivo de informar acerca da perseguição aos  cristãos em todo o mundo


A comissão, composta pelas organizações Portas Abertas (Open Doors, em inglês), Release International, Christian Solidarity Worldwide e Aliança Evangélica, permitirá que aqueles que trabalham em nome dos cristãos perseguidos falem a uma só voz.

Falando à BBC antes do lançamento, o bispo anglicano Michael Nazir-Ali, que nasceu no Paquistão e trabalhou no país durante anos como líder cristão, sugeriu que mudanças administrativas poderiam ajudar a resolver a questão em países que apoiam leis de incentivo à perseguição aos cristãos.

A Comissão de Liberdade Religiosa (RLC) pede a intervenção do governo britânico para evitar a limpeza religiosa e perseguição violenta, e está pressionando o Departamento para o Desenvolvimento Internacional a tornar a liberdade religiosa uma prioridade estratégica.

A RLC também solicita a designação de um enviado especial para a Liberdade de Religião ou Crença dentro do Foreign and Commonwealth Office (FCO), que, em uma tradução livre, seria semelhante ao Ministério dos Negócios Estrangeiros e Colaboração. A ideia é que esse enviado elabore um relatório sobre a perseguição em todo o mundo.

Um cristão que sofreu forte perseguição na Eritreia, um dos regimes mais repressivos do mundo, descreveu os ataques contra os cristãos no país: "Hoje, na Eritreia, os cristãos estão sendo duramente perseguidos. Muitos estão presos e regularmente sujeitos à fome, ao trabalho pesado e à solitária”.

“A prisão poder ser um poço subterrâneo ou um contêiner de metal. Medidas de tortura são frequentes. As pessoas são amarradas por ambas as mãos e pernas e penduradas em árvores por horas ou dias. Uma das maneiras de se pendurar um prisioneiro é chamada de ‘Jesus Cristo’, porque se parece com uma cruz”, continuou ele.

"Apelamos fortemente para que a comunidade internacional exerça pressão sobre a Eritreia para a libertação imediata de todos os prisioneiros de consciência”, concluiu.

Há quase 60 anos, a Portas Abertas serve cristãos perseguidos ao redor do mundo. Envolva-se!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Jornalista é detida na China por investigar perseguição a cristãos

A profissional é funcionária de uma revista em Hong Kong e queria saber sobre a demolição de igrejas na chamada "Jerusalém Oriental"

 Leiliane Roberta Lopes


Jornalista é detida por investigar perseguição a cristãos


Uma jornalista foi presa na China por ir até Zhejiang pesquisar sobre o fechamento das igrejas e a demolição de templos e cruzes. A prisão aconteceu no dia 23 de janeiro e chamou a atenção da imprensa internacional.
Segundo o site Portas Abertas a jornalista é Jiang Yannan, repórter da revista Asiaweek, uma publicação em língua chinesa sede em Hong Kong, e foi até a cidade antes conhecida como Jerusalém Oriental para investigar os abusos do governo que forçou o fechamento e demoliu diversas igrejas.
“Quiseram me impedir de entrevistar as pessoas”, contou Jiang que foi presa, prestou esclarecimentos e foi liberada. Todos os que aceitaram dar entrevistas para ela também foram procurados pela polícia.
“Eles têm me seguido e incomodado as pessoas que tento entrevistar”, diz a jornalista. “Eu colhi uma série de depoimentos nesta viagem, e desta vez as autoridades locais estão muito mais rígidas [com os jornalistas]”.
A jornalista deixou a região por conta da pressão policial que não estava permitindo que ela realizasse o trabalho de investigação. “Eles estavam me seguindo o tempo todo”.

Ex-escravas sexuais relatam rotina de horror imposta pelo Estado Islâmico

PATRÍCIA CAMPOS MELLO
FABIO BRAGA
ENVIADOS ESPECIAIS AO IRAQUE
Noticias do UOL


Sanaa se preparava para almoçar com a família quando eles chegaram em picapes brancas Toyota e Kia. Armados com metralhadoras, os milicianos do Estado Islâmico gritavam: "Vocês são infiéis, vocês são infiéis!".

Separaram mulheres e crianças para um lado, homens para o outro.

Foi a última vez que Sanaa viu seu pai e seu irmão de 15 anos. Sanaa, 21, e suas irmãs, Hanaa, 25, e Hadyia, 18, foram levadas do vilarejo iraquiano de Kocho para Mossul, sob controle do EI. Lá, ficaram presas em uma casa com mais de cem mulheres.

De vez em quando, os milicianos levavam uma das mulheres para uma sala e a estupravam. "Diziam que tínhamos de nos converter", conta Sanaa, os olhos baixos.

Enquanto milhões se horrorizam com cenas do piloto jordaniano queimado vivo e dos jornalistas decapitados pelo EI, mais de 2.000 mulheres iraquianas continuam vivendo um pesadelo bem longe das câmeras.

Elas são mantidas como escravas sexuais, "esposas" ou servas de integrantes do EI na região de Mossul, no Iraque, e em Raqqa, na Síria, as "capitais" da facção terrorista.

As mulheres fazem parte da minoria religiosa yazidi e foram sequestradas em agosto de 2014 perto de Sinjar.

A Folha falou com algumas das 279 mulheres que escaparam e vivem em campos de refugiados em Khanke e Sharia, no norte do Iraque.

"Era como se fosse um mercado, eles vinham e escolhiam as mulheres que queriam comprar", diz Sanaa.

As mais jovens e bonitas eram dadas de "presente" para milicianos estrangeiros. As restantes eram "usadas" pelos locais.

Sanaa foi vendida com suas irmãs e levada para Raqqa. Lá, era frequentemente estuprada por estrangeiros.

"Acho que eles eram russos ou do Cazaquistão", diz. Milhares de estrangeiros, muitos deles ocidentais, se uniram ao EI.

O EI publicou comunicado afirmando que as mulheres yazidis, ao contrário de judias e cristãs, que são das religiões de Abraão, poderiam ser escravizadas. Os radicais consideram os membros da crença "adoradores do diabo".

"Deveríamos lembrar que escravizar as famílias dos infiéis e tomar suas mulheres como concubinas está firmemente estabelecido na Sharia [lei islâmica]", diz o texto.

O EI informa que, se a capturada for virgem, o soldado "pode ter relação sexual com ela imediatamente após a captura; se não for, o útero precisa ser purificado antes" e "é permitido comprar, vender e dar de presente as capturadas, já que elas são apenas uma propriedade".

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Estado Islâmico vende, crucifica, estupra, decapta e enterra crianças vivas no IRAQUE

Crianças da seita yazidi, cristãs, xiitas e sunitas têm sido vítimas; há relatos de matança coletiva, decapitações e crucificações, além de abuso sexual

Militantes do Estado Islâmico estão vendendo crianças iraquianas sequestradas em mercados como escravos sexuais e matando outras, inclusive crucificando e enterrando vivas, denunciou uma agência da Organização das Nações Unidas (ONU) nesta quarta-feira.

Crianças yazidi, fugidas da violência na cidade iraquiana de Sinjar, fazem fila para receber alimentos num acampamento nos arredores da província de Dohuk
Foto: Ari Jalal / Reuters
Meninos iraquianos menores de 18 anos estão sendo cada vez mais usados pelo grupo radical como homens-bomba, fabricantes de bomba, informantes ou escudos humanos para proteger instalações contra ataques aéreos conduzidos pelos Estados Unidos, afirmou o Comitê das Nações Unidas para os Direitos da Criança.

"Realmente estamos profundamente preocupados com a tortura e o assassinato destas crianças, especialmente daquelas que pertencem a minorias, mas não só das minorias", disse Renate Winter, especialista do comitê, em boletim à imprensa. "A abrangência do problema é enorme."

Crianças da seita yazidi ou de comunidades cristãs, mas também xiitas e sunitas, têm sido vítimas, disse ela.

"Temos tido relatos de crianças, especialmente crianças com problemas mentais, que foram usadas como homens-bomba, muito provavelmente sem sequer entender a situação", declarou Winter à Reuters. "Foi publicado um vídeo (na Internet) que mostrava crianças de muito pouca idade, aproximadamente 8 anos ou mais novas, já sendo treinadas para serem soldados."

O Estado Islâmico é uma dissidência da Al-Qaeda que declarou um califado islâmico em partes da Síria e do Iraque em meados do ano passado e já matou e expulsou de casa milhares de pessoas. Na terça-feira, o grupo divulgou um vídeo que mostra um piloto jordaniano capturado sendo queimado vivo.

O organismo da ONU denunciou "a matança sistemática de crianças pertencentes a minorias religiosas e étnicas cometida pelo assim chamado Estado Islâmico, incluindo vários casos de execuções coletivas de meninos, assim como relatos de crianças decapitadas, crucificadas e enterradas vivas".

Violência contra Crianças
Um grande número de crianças foi morto ou ficou seriamente ferido durante ataques aéreos ou bombardeios das forças de seguranças iraquianas, e outras morreram de "desidratação, inanição e calor", afirma a entidade.

O Estado Islâmico cometeu "violência sexual sistemática", inclusive "o sequestro e a escravização sexual de crianças".


"Crianças de minorias têm sido capturadas em vários lugares... vendidas no mercado com etiquetas, etiquetas de preço nelas, foram vendidas como escravas", disse Winter.

Os 18 especialistas independentes que elaboraram o relatório pediram às autoridades iraquianas que adotem todas as medidas necessárias para "resgatar as crianças" sob controle do grupo militante e processar os perpetradores dos crimes.


O jornalista americano James Foley, 40 anos, foi decapitado no dia 19 de agosto de 2014 por militantes do Estado Islâmico. Essa foi a primeira vítima cuja a morte foi gravada pelo grupo extremista e divulgada na internet. Foley havia desaparecido na Síria há quase dois anos. No vídeo, o americano - que estava ajoelhado ao lado de seu executor - disse que os EUA causaram sua morte.